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Memórias do passado

Onda de nostalgia traz de volta à TV americana sete séries exibidas em 1988

Divulgação/ABC/CBS

Vivido por Richard Dean Anderson, o MacGyver dos anos 80 não tinha o celular de Lucas Till, no século 21 - Divulgação/ABC/CBS

Vivido por Richard Dean Anderson, o MacGyver dos anos 80 não tinha o celular de Lucas Till, no século 21

JOÃO DA PAZ

Publicado em 16/8/2018 - 5h34

Na onda de nostalgia que toma conta de Hollywood, a TV americana escolheu um ano específico para se inspirar. Nada menos do que sete séries que estavam no ar em 1988 ganharam uma repaginada três décadas depois. Há atrações para todos os gostos, das aventuras de um personagem que virou verbo (MacGyver) ao dramalhão clássico (Dynasty).

A última série a entrar nesse grupo seleto é Designing Women (1986-1993). A criadora da comédia, Linda Bloodworth-Thomason, está trabalhando com os estúdios Sony em uma nova versão da trama. Em sete temporadas exibidas pela CBS, a série acompanhou a jornada de quatro mulheres, colegas de trabalho em uma firma de decoração de interiores.

Outra produção que está nos primeiros passos de desenvolvimento é Alf (1986-1990), que no Brasil fez enorme sucesso com o subtítulo de o ETeimoso. A Warner Bros. Television está por trás do reboot (quando a história recomeça em uma nova produção). Atração da rede NBC, Alf (sigla para Forma de Vida Alienígena) teve 103 episódios, espalhados em quatro temporadas, e contou como a vida de uma família tradicional americana foi impactada ao receber a visita do simpático ET.

Na ativa
Série que foi a segunda mais vista de 1988 nos Estados Unidos, atrás apenas de The Cosby Show (1984-1992), Roseanne deu origem a um spin-off que só acabou porque a protagonista se envolveu em uma polêmica _a protagonista Roseanne Barr foi acusada de racismo em um post publicado no Twitter.

Exibida originalmente entre 1988 e 1997 na rede ABC, a comédia foi revivida no começo deste ano e virou fenômeno de audiência. Só perdeu para a comédia nerd The Big Bang Theory.

divulgação/abc

Sara Gilbert, que fez Roseanne na trama original e no remake, estará no spin-off The Conners

Para tentar não perder o embalo do sucesso de Roseanne, a ABC optou por encomendar uma série derivada, chamada The Conners (nome provisório), que basicamente é uma Roseanne sem Roseanne Barr.

Sucesso da TV americana, com cerca de 20 milhões de telespectadores por episódio, Dynasty (1981-1989) começou a nona e última temporada em novembro de 1988, na ABC. A rede nanica The CW tentou ao menos repetir um pouco desse sucesso em sua versão do dramalhão, que estreou no ano passado.

Porém, o resultado não foi nada bom. A nova Dynasty terminou a temporada 2017-2018 com a quarta pior audiência da TV aberta dos EUA. Teve a média irrisória de 690 mil telespectadores por episódio. A série só ganhou uma segunda temporada porque há um acordo lucrativo de distribuição internacional com a Netflix, plataforma na qual o público brasileiro pode assisti-la.

Um dos fiascos da era de séries ressuscitadas, MacGyver não vingou. A trama que acompanha o agente secreto Angus MacGyver (Lucas Till) não repete o sucesso da série mãe, no ar entre 1985 e 1992, na rede ABC. Chamada no Brasil de Profissão: Perigo, a atração eternizou as gambiarras do protagonista. Para a Oxford, MacGyver é um verbo que significa fazer ou consertar uma coisa de forma improvisada ou inventiva.

divulgação/netflix

Elas cresceram: Jodie Sweetin, Andrea Barber e Candace Bure em Fuller House, da Netflix

Continuações
Duas populares séries exibidas em 1988 continuaram suas histórias. Desde 2016, Fuller House traz o trio de meninas da produção original, Full House (1987-1995, na ABC), adultas. Elas se uniram para morar com DJ (Candance Bure) e ajudá-la na criação dos seus três filhos, após a morte do marido. Vários atores que fizeram Full House, incluindo o trio protagonista masculino, aparecem na série filhote.

Em 27 de setembro, estreia nos Estados Unidos a nova fase de Murphy Brown, na CBS, rede na qual foi exibida originalmente, entre 1988 e 1998. A trama continuará acompanhando a jornalista Murphy Brown (Candice Bergen), mas agora como apresentadora de um telejornal matinal em um mundo dominado por redes sociais e canais de notícias no ar 24 horas por dia.

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