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TEMPOS DIFÍCEIS

No Simples Assim, Rafael Portugal relembra pobreza na infância: 'Não tinha 20 reais'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

O comediante Rafael Portugal no programa Simples Assim, na Globo, deste sábado (28)

Rafael Portugal no Simples Assim deste sábado (28); comediante falou sobre perrengue na infância

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 28/11/2020 - 16h15

Convidado do Simples Assim, Rafael Portugal relembrou a pobreza que enfrentou durante sua infância e adolescência, quando quis entrar em um curso de teatro. "A mensalidade era muito baratinha, acho que era 20, 25 reais, mas eu não tinha o dinheiro para essa mensalidade", relatou o comediante no programa exibido neste sábado (28) na Globo.

Na atração, Angélica questionou se o humorista chegou aonde ele sempre quis. "Não é demagogia, não, eu cheguei muito mais longe do que eu esperava. Eu sempre acordo pensando 'caramba', e as pessoas reconhecendo, para mim é tipo um 'chegou'", descreveu o comediante.

Estrela do A Culpa É do Cabral, o artista também ressaltou como mantém o pé no chão e disse que tem consciência de como a fama pode diminuir com o tempo: "Quando [o sucesso] acabar e alguém vier me falar assim: 'não era você que fazia [tal coisa]?', eu vou responder: 'era', de verdade. Sempre penso nisso, vou falar que era eu mesmo que tava fazendo aquilo. É muito doido".

Em seguida, o humorista, que fez sucesso durante o BBB20 com o CAT - Central de Atendimento ao Telespectador, revelou como começou a atuar em Realengo, comunidade do Rio de Janeiro. 

"Eu vim de uma lona cultural em Realengo, em frente a minha casa, fazendo teatro ali, eu lembro que a primeira vez que eu falei: 'é isso que eu quero fazer da minha vida', e eu fui fazer teatro na minha lona cultural. A mensalidade era muito baratinha, acho que era 20, 25 reais, mas eu não tinha o dinheiro para essa mensalidade, a gente tava passando momentos de dificuldade em casa", relembrou.

"E eu falei pra minha mãe, mas minha mãe falou bem assim: 'mas não é o que você quer fazer? Se é, então você vai voltar lá e você vai contar pro seu professor que é isso que você quer fazer, e explicar que você não tem condições de pagar, [vê] o que ele pode fazer', e é isso, você tem que tentar até o fim, era o que ela dizia", relatou o parceiro de trabalho de Fábio Porchat.

"Conversei com o professor, disse que não tinha o dinheiro agora [naquele momento], mas talvez pudesse ter depois, 'será que eu poderia fazer uma aula?'. Eu fiz a primeira aula, e nessa primeira aula ele gostou tanto de mim que me convidou a fazer parte da companhia teatral dele, e ser um bolsista naquela escola de teatro. Pra mim foi muito emocionante, eu comecei a vida e era o que eu queria fazer", finalizou ele.

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