Surto

The Walking Dead entra no décimo ano: Há quanto tempo existe o apocalipse zumbi?

Imagens: Divulgação/AMC

Primeiro zumbi que apareceu em The Walking Dead ao lado de um que surgiu no final da nona temporada

Primeiro zumbi que apareceu em The Walking Dead ao lado de um que surgiu no final da nona temporada

JOÃO DA PAZ - Publicado em 02/10/2019, às 05h07

No próximo domingo (6), a série The Walking Dead entra na décima temporada. No ar desde 2010, o drama zumbi mostrou seus personagens em inúmeros perrengues, em embates contra mortos-vivos ou contra inimigos humanos, de carne e osso. Mas afinal de contas, há quanto tempo eles estão vivendo nesse apocalipse zumbi?

O marco zero, ou melhor, o primeiro dia do surto aconteceu mais de dois meses (64 dias) antes dos eventos da primeira temporada. De lá para cá, se passaram nove anos e meio, 3.500 dias nos quais os humanos tentam se socializar em um mundo no qual quem morre volta à vida como um zumbi, devido a um vírus. E nada da cura ser encontrada, até porque esse não é o objetivo da trama.

Composta de seis episódios, a primeira temporada é a menor de todas. Nela, o xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln) acordou no hospital, viu Morgan Jones (Lennie James) e assimilou o que estava acontecendo. Na linha do tempo da série, esse momento ocorreu no 59º  dia após o surto.

A segunda temporada teve mais episódios, 13 no total, mas empacou no andamento, com eventos que se passaram em apenas 17 dias. Foi aqui que os sobreviventes encontraram a fazenda de Hershel Greene (Scott Wilson), e Carl Grimes (Chandler Riggs) ganhou o chapéu do pai policial (peça que hoje está com a menina Judith).

Da terceira temporada em diante, Walking Dead passou a lançar 16 episódios a cada ano. Da segunda para a terceira temporada, houve o primeiro salto no tempo, de sete meses. O que aconteceu nesse ínterim foi revelado aos poucos ao longo da terceira temporada, que foi aquela na qual os sobreviventes acharam um complexo prisional, e Lori Grimes (Sarah Wayne Callies) deu à luz Judith. A terceira temporada narrou eventos ocorridos em 20 dias.

O primeiro ano do apocalipse zumbi foi completado na quarta temporada. Os sobreviventes lidavam com o grande vilão da história até então, O Governador (David Morrissey), morto por Michonne (Danai Gurira). Após isso, o grupo seguiu a saga de encontrar abrigo em outro lugar e se deparar com um novo vilão. O point da vez foram vagões de trens e os inimigos, canibais.

A comunidade de Alexandria, o principal santuário dos sobreviventes, entrou em cena na quinta temporada. Rick e sua trupe tiveram de bater de frente com os habitantes de lá, que viviam em uma bolha, sem se dar conta da realidade cruel para lá dos muros que cercavam o condomínio. Aqui foi outro momento de marasmo de Walking Dead, com um mês de história espalhado em 16 capítulos.

O mundo de Walking Dead começou a se expandir um pouco na sexta temporada, com o descobrimento da Colônia Hilltop. Os sobreviventes passaram a ser ameaçados por um grupo chamado de Salvadores, mas ainda não conheciam o líder deles. Em mais um travamento, os episódios dessa temporada se passaram em 45 dias da história do apocalipse zumbi.

Jeffrey Dean Morgan em The Walking Dead; vilão Negan e o seu jogo macabro do uni-duni-tê

O maior vilão do drama deu as caras de fato na sétima temporada, aquela que menos avançou em toda história da série: 12 dias em 16 episódios. Negan (Jeffrey Dean Morgan) matou Glenn (Steven Yeun) e Abraham (Michael Cudlitz) e se iniciou uma guerra entre os sobreviventes e os Salvadores. Outras duas comunidades são apresentadas: O Reino e Oceanside.

É na oitava temporada que se completam dois anos do surto, quando Morgan deixou a história (foi parar na série Fear The Walking Dead) e nasceu o bebê de Maggie Greene (Lauren Cohan). A guerra dos sobreviventes contra os Salvadores chegou ao fim, com Rick poupando a vida de Negan, o levando como prisioneiro para Alexandria ao invés de matá-lo. Chandler Riggs, o Carl, deixou a série --o filho de Rick foi mordido por um zumbi.

O maior salto no tempo na trama de Walking Dead se deu na nona temporada: um avanço de seis anos. Rick, o grande protagonista da saga, foi capturado (todos os personagens acham que ele morreu). Essa temporada foi a primeira sob nova direção, com a roteirista Angela Kang como showrunner.

A troca de comando deu uma nova cara para a série, muito mais dinâmica e agitada, sem aqueles episódios que focavam em um só personagem para mostrar como ele aprendeu a lutar (vide Morgan e seus golpes de Aikidô). Esse foi um exemplo do que travava a história.

A nona temporada apresentou a maluca vilã Alpha (Samantha Morton), capaz de degolar cabeças de pessoas e colocá-las em uma estaca para demarcar território. A temporada terminou no dia 3.500 após o início do surto.

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