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Recap S09E02

Fora da zona de conforto, The Walking Dead abandona lenga-lenga e muda de cara

Divulgação/AMC

Observado por Carol (Melissa McBride), Rick (Andrew Lincoln) ataca zumbi em Walking Dead - Divulgação/AMC

Observado por Carol (Melissa McBride), Rick (Andrew Lincoln) ataca zumbi em Walking Dead

JOÃO DA PAZ

Publicado em 15/10/2018 - 1h06

[Atenção: este texto contém spoilers]

Com uma nova showrunner, The Walking Dead encontrou um rumo na nona temporada, mesmo sem ainda ter apresentado a nova vilã. Com dois episódios na conta, o drama zumbi saiu da zona de conforto, aquela que deixava a trama arrastada, e ganhou nota 10 em evolução. Mais dinâmica, a série abandonou o lenga-lenga e ganhou agilidade.

Deixou de contar, por exemplo, acontecimentos de apenas algumas horas na linha do tempo em dois em dois longos episódios. Vide o capítulo de ontem (15), intitulado The Bridge (A Ponte). Ocorreu um salto de 35 dias. Esse artifício, até então incomum para The Walking Dead, apenas lhe beneficiou. As coisas fluíram melhor.

A ponte que o xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln) idealizou no epsódio da estreia da nona temporada já estava quase pronta no de ontem. Ao invés de mostrar o passo a passo da empreitada, a atração se voltou para o que importa, o convívio de comunidades pacíficas (como Alexandria e O Reino) com os homens ex-capangas de Negan (Jeffrey Dean Morgan), integrantes dos Salvadores.

As rusgas contra os nada amigáveis Salvadores provocaram um quebra-pau e aumentaram a tensão entre os amigos Rick e Daryl Dixon (Norman Reedus), seu fiel escudeiro.

Insatisfeito em dividir tarefas com os Salvadores, Daryl partiu para cima de Justin (Zach McGowan), após o novo personagem se desentender com o garoto Henry (Macsen Lintz). Toda a fúria do galã estava guardada, esperando apenas uma brecha para explodir.

A briga canalizou em nova discussão de Daryl com Rick. É mais um ingrediente que The Walking Dead entrega em preparação a uma ruptura que pode acontecer entre eles. Tudo porque Daryl é contra qualquer ato de misericórdia ou bondade aos Salvadores. E Rick insiste em tentar inseri-los no novo mundo sem Negan, no qual as comunidades vivem em paz.

Espaço para todo mundo
Se The Walking Dead mantiver essa mesma toada nos episódios vindouros, o fã que não abandonou a série verá uma ótima temporada. Além de estar mais movimentada, a atração dá espaço para todo mundo em cena, sem deixar personagens conhecidos para trás, como era de praxe em anos anteriores.

A roteirista Angela Kang, a nova comandante de Walking Dead, imprime um estilo agitado, nada de papo furado. Nesses dois primeiros capítulos, é possível para notar que cada cena tem um valor.

Assim, personagens terciários, como Tara (Alanna Masterson) e Rosita (Christian Serratos), bateram cartão em The Bridge, com falas curtas, mas cruciais. Aaron (Ross Marquand) teve uma participação importante também, porém com uma fatalidade: teve o braço esmagado por um tronco e sofreu uma amputação.

A história paralela à principal foi dedicada a Maggie (Lauren Cohan). Mostrou como ela lidou com a prisão do ferreiro Earl (John Finn), que tentou matá-la, lhe oferecendo um pouco de compaixão ao colocá-lo em liberdade condicional.

Até um história bobinha foi curiosa e engraçada. A agora paz e amor Jadis/Anne (Pollyanna McIntosh) deu em cima do padre Gabriel (Seth Gilliam). Ele tacou-lhe um beijo e ela retribuiu o carinho com carícias na parte íntima do sacerdote. Antes disso, o padre deixou claro que não é católico, e sim episcopal. Logo, livre de qualquer voto de castidade.

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