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HALLOWEEN

Doces ou travessuras: 7 filmes de terror polêmicos para arriscar no streaming

DIVULGAÇÃO/A24

A atriz Florence Pug com uma coroa de flores e uma túnica coberta também por flores como a Dani em Midsommar

Florence Pugh interpreta Dani em Midsommar (2019); bem-avaliado, filme não é unanimidade

DANIEL FARAD

vilela@noticiasdatv.com

Publicado em 1/10/2020 - 6h45

As bruxas e guloseimas do Halloween foram importadas da cultura anglo-saxônica para o Brasil e não são unanimidade pelos trópicos. Até propuseram no Poder Legislativo para que 31 de outubro se tornasse o Dia do Saci-Pererê --mesmo assim, há quem não troque uma sessão de terror por uma das três adaptações do Sítio do Picapau Amarelo (1952/1977/2001).

Um dos gêneros mais antigos do cinema, o horror causa arrepios tanto nos que adoram um banho de sangue cenográfico quanto nos que o consideram uma brincadeira de mau gosto.

O certo mesmo é que os serviços de streaming já reforçaram seus catálogos com alguns clássicos e outras produções que deixam o público em um verdadeiro pé de guerra nas redes sociais. Alguns filmes, como os da lista abaixo, trazem a emoção de não se saber se terminaram como "doce" ou "travessura" no paladar do espectador.

DIVULGAÇÃO/DIAMOND FILMES

Toni Colette em Hereditário: em alta com críticos

Hereditário

Estreia de Ari Aster, Hereditário (2018) faz mais a cabeça dos críticos, que sempre torceram o nariz para o gênero, do que propriamente a do público. A história acompanha o luto de Annie (Toni Collette) diante da morte da filha Charlie (Milly Shapiro), que traz alguns segredos de família à tona --narrativa que rendeu uma aprovação de 89% no Rotten Tomatoes.

O filme brinca com alguns dos principais clichês do horror, como demônios, espíritos e tábuas de Ouija, mas causa certo estranhamento aos usuários brasileiros da Amazon Prime ou do HBO Go pela aura de mistério que envolve a religião espírita. Alguns poderão achar que Alexandre (Guilherme Fontes), de A Viagem (1994), mete mais medo do que o grande vilão.

DIVULGAÇÃO/A24

Dani (Florence Pugh) é apavorada em Midsommar 

Midsommar

Em seu segundo filme, Aster troca os chavões do terror por uma comunidade na Suécia em que o Sol brilha durante boa parte do verão. Em meio a flores e símbolos pagãos, Midsommar (2019) enche os olhos com suas metáforas e a atuação de Florence Pugh como Dani.

Mas a falta de explicações e a narrativa arrastada fazem parte do público sequer chegar ao polêmico final na Amazon Prime.

DIVULGAÇÃO/UNIVERSAL PICTURES

Thomasin (Anya Taylor-Joy): histeria em A Bruxa

A Bruxa

Disponível na Netflix, A Bruxa resgata a figura dos peregrinos puritanos, com suas vestes pretas e fechadas, que colonizaram a costa oeste dos Estados Unidos. Thomasin (Anya Taylor-Joy) é uma jovem que, durante toda a película, suscita uma dúvida no público: ela fez ou não fez um pacto com o diabo, assim como as suas companheiras da mítica cidade de Salém?

A produção ganhou um prêmio no Festival de Sundance em 2015, voltado para filmes independentes, mas frustrou o público que procurava por respostas rápidas ou mesmo apenas alguns sustos.

divulgação/playart

Susanne Wuest em cena de Boa Noite, Mamãe

Boa Noite, Mamãe

Boa Noite, Mamãe (2016) passou pelo Festival de Veneza e foi indicado pela Áustria para representar o país no Oscar, mas sem figurar entre os nominados de Hollywood. Lukas (Lukas Schwarz) e Elias (Elias Schwarz), gêmeos, desconfiam de que a mulher que voltou para casa após uma série de cirurgias plásticas não é a sua mãe --um trauma que Alberto (Igor Rickli) conhece bem em Flor do Caribe.

Entre fantasmas e paranpia, o longa também ganhou mais elogios do que o público, que pode tentar atravessar os seus cem minutos na Globoplay.

divulgação/dimension

Maika Monroe em cena de Corrente do Mal

Corrente do Mal

No catálogo da Globoplay, Corrente do Mal (2015) surpreendeu ao faturar 80 vezes mais do que o seu orçamento inicial. Em meio à estética dos filmes trash dos anos 1980, o longa traz uma estranha doença venérea em que uma entidade persegue o portador, que precisa se livrar da maldição transando com outra vítima.

Alguns observaram uma metáfora para a epidemia de Aids, outros não viram nem o final. A obra é acusada de ser "arrastada".

DIVULGAÇÀO/UNIVERSAl PICTURES

Blaire (Shelley Hennig): pavor em Amizade Desfeita

Amizade Desfeita

Amizade Desfeita (2015) faz parte da plataforma Telecine Play. O espectador acompanha uma conversa de Skype hackeada por um estranho perfil, que levará os participantes a brincadeiras perigosas e a revelações do passado.

O estilo, no entanto, já se tornou manjado devido à pandemia de coronavírus (Covid-19) --as pessoas agora só querem o download da vacina.

DIVULGAÇÃO/ DIAMOND FILMEs

Colin Farrell em O Sacrifício do Cervo Sagrado

O Sacrifício do Cervo Sagrado

O diretor grego Yorgos Lanthimos mexe com o psicológico dos espectadores com uma trama sinistra encabeçada por Colin Farrell e Nicole Kidman. Considerado "perturbador" pela crítica, o filme acompanha uma família que é consumida pela presença de um estranho jovem --uma boa dose de estômago é exigida. Porém, a saga decepciona quem já assistiu Dentes Caninos (2009), do mesmo diretor.


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