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NO SAIA JUSTA

'Demorei muitos dias para ter noção das minhas atitudes', diz Karol Conká

REPRODUÇÃO/GNT

Imagem de Karol Conká no Saia Justa, no GNT

Karol Conká em entrevista ao Saia Justa, do GNT; cantora desabafou sobre as suas atitudes no BBB21

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 28/4/2021 - 23h02
Atualizado em 28/4/2021 - 23h38

Após uma passagem turbulenta pelo Big Brother Brasil 21, Karol Conká desabafou sobre o cancelamento que sofreu do público. Nesta quarta-feira (28), a cantora falou sobre a sua experiência fora da casa mais vigiada do país: "Demorei muitos dias para ter noção das minhas atitudes".

"Não é fácil lidar com a rejeição. Já havia encarado a rejeição quando era mais nova e, por isso, criei uma espécie de armadura para me defender. Quando entrei no BBB, acabei expondo uma camada, uma fragilidade, um comportamento muito feio. Assim que saí da casa, demorei muitos dias para ter noção de todas as minhas atitudes. Muitas coisas que fiz e falei me deixaram muito envergonhadas", disse Karol no Saia Justa, do GNT.

"É muito ruim a sensação de decepcionar milhões de pessoas, amigos, pessoas que admiro. Apesar de ter passado dois meses e muitas pessoas falarem que tudo isso já passou, para mim, não passou. Estou em um momento de reflexão bem profunda", prosseguiu a ex-sister.

Em uma das dinâmicas do programa, Karol compartilhou a seguinte frase como o seu desabafo do dia: "Cuidar da saúde mental não deveria ser um privilégio". Ela também disse que sente orgulho de ter gravado o documentário A Vida Depois do Tombo, "pelo fato de ter me descoberto" e que está realizando terapia após o confinamento.

"Fiquei muito nervosa quando comecei a me deparar no espelho, quando me vi. Foi um processo bem doloroso, acredito que até um pouco difícil para elas [produtoras do documentário], ter que passar por uma situação de gravar um documentário e estar de frente com uma pessoa que está sofrendo, sendo atacada e acusada de várias coisas aqui fora", destacou a cantora.

No bate-papo, Karol afirmou que, no documentário, ela estava "montada na soberba" como uma forma de disfarçar a dor que sentiu após o programa. "Já tinha essa noção do que tinha feito, dos meus erros, mas não tinha noção da proporção. Conforme os dias foram passando, fui tomando mais noção do que tinha acontecido e fui sofrendo muito. Caí numa tristeza tão profunda que só queria sumir", afirmou ela.

"Lidar com a rejeição é algo tão doloroso até mesmo para aquelas pessoas que se dizem fortes na música, como é o meu caso. Sempre cantei muito sobre outras camadas. Quando vi as cenas [do BBB], tive que lidar não só com a rejeição do público, mas com a minha rejeição comigo mesma, o que foi uma dor tão maior quanto lidar com a rejeição do público. Quando notei, estava me cancelando também", disse ela.

Em tratamento

Durante o programa, Karol reforçou que segue com sessões de terapia e que, neste tratamento, descobriu que muitas das suas atitudes dentro do programa estão relacionadas com dilemas da sua trajetória pessoal que não foram resolvidos. Em seguida, Gaby Amarantos opinou que o público precisa tomar cuidado para que pautas identitárias não sejam utilizadas como justificativa de erros.

"Tenho visto muitas pessoas fazendo isso e estou extremamente cansada de ver as pessoas utilizando as pautas identitárias para justificarem diversas atrocidades. Quero muito ver a sua redenção, acho que esses 99,17% [de rejeição no BBB] são reflexo de tudo o que você plantou lá dentro. A gente sabe que não acabou ali", disse Gaby.

Sem citar o nome de Lumena Aleluia, aliada de Karol dentro do jogo, Gaby e Djamila Ribeiro criticaram as associações feitas por uma parcela dos telespectadores do reality sobre o comportamento das amigas dentro do jogo como o dos demais negros.

"[O ciclo da rejeição] Também coloca muito no lugar de você pegar a atitude de uma pessoa negra e achar que todo um movimento, todas as pessoas negras são iguais aquela pessoa. Isso foi extremamente absurdo, preciso desabafar. Sei que a gente está falando de rejeição, mas as pessoas pegam as atitudes, o comportamento da Karol, e colocam todo mundo no mesmo balaio, na mesma caixa, que somos todas assim", destacou a paraense.

Confira alguns trechos do programa:


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