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De Chernobyl a Russian Doll; saiba onde ver as melhores séries do ano (até agora)

Divulgação/HBO e Reprodução/Netflix

Jared Harris em Chernobyl e Natasha Lyonne em Russian Doll; séries estão entre as melhores do ano - Divulgação/HBO e Reprodução/Netflix

Jared Harris em Chernobyl e Natasha Lyonne em Russian Doll; séries estão entre as melhores do ano

JOÃO DA PAZ - Publicado em 27/06/2019, às 05h09

O primeiro semestre de 2019 já passou e você ainda não viu Russian Doll, comédia sensação da Netflix lançada em fevereiro? Sem problemas. A baixa temporada de séries é uma boa hora para se atualizar, e o Notícias da TV mostra como assistir às dez melhores séries do ano que estão disponíveis no Brasil, de acordo com ranking do site Metacritic.

Da melhor de todas (Fleabag) à última do top 10 (Chernobyl), saiba quais as séries mais bem avaliadas pelos críticos norte-americanos, segundo o levantamento do Metacritic, que leva em consideração as resenhas de veículos especializados:

Fleabag, no Prime Video (nota 96 de 100)

Comédia estrelada por Phoebe Waller-Bridge, a criadora de Killing Eve, Fleabag cresceu na segunda temporada ao colocar a protagonista, ex-viciada em sexo, no caminho de um padre bonitão, vivido por Andrew Scott. A série britânica, que não terá um terceiro ano, é hilária, leve, curta e imperdível, tratando de assuntos que vão da superação do luto a relacionamentos conturbados na família.

Better Things, no Fox Premium 1 (nota 94)

As duas melhores séries do ano se opõem. Se a primeira mostra uma solteira livre, leve e solta, a segunda colocada, Better Things, tem como protagonista uma mãe cinquentona divorciada que se vira nos 30 para cuidar, sozinha, de três filhas: uma jovem rumo à faculdade, uma adolescente engajada e uma criança na puberdade. A atriz Pamela Adlon dá show na série e acumula duas indicações ao Emmy.

Catastrophe, no GNT Play (nota 92)

Segunda série britânica da lista, Catastrophe ganhou o subtítulo de Sem Compromisso no Brasil (as três primeiras temporadas estão disponíveis no GNT Play). A comédia explora um relacionamento inusitado entre um casal maduro, que queria apenas uma noite de sexo e nada mais. Mas a mulher, vivida por Sharon Horgan, engravida, e o casal precisa decidir o que fazer com a situação.

Russian Doll, na Netflix (nota 89)

Série que deve ganhar muitas indicações ao Emmy, inclusive na categoria melhor comédia, Russian Doll foi uma sensação da Netflix no começo do ano. A atração surtada, criada e protagonizada por Natasha Lyonne (de Orange Is the New Black) brinca com uma mulher que revive o dia do seu aniversário inúmeras vezes. Ela sempre ressuscita após ter as mortes mais bizarras e volta a um mesmo ponto no tempo até descobrir o que está acontecendo com a sua vida.

divulgação/hbo

Julia Louis-Dreyfus na sétima temporada de Veep; atriz busca o nono Emmy da carreira


Veep, na HBO Go (nota 87)

Favoritaça ao Emmy de melhor de comédia neste ano, Veep (2012-2019) encerrou com louvor sua jornada na HBO, com a bem avaliada sétima e última temporada. Após vencer um câncer de mama, a protagonista Julia Louis-Dreyfus se mostrou revigorada e cheia de graça no papel de Selina Meyer, uma política sem filtros obcecada pelo poder e glória --mas só para apreciar os aplausos, sem suar.

Olhos Que Condenam, na Netflix (nota 87)

A adaptação visceral e poderosa de uma história real, sobre a condenação injusta de cinco adolescentes norte-americanos, rendeu a Olhos Que Condenam o posto de drama mais bem ranqueado entre as produções exibidas no primeiro semestre. A minissérie da Netflix entra como uma das favoritas para abocanhar o principal prêmio do formato no Emmy deste ano. Segundo a Netflix, Olhos Que Condenam foi vista por mais de 23 milhões de pessoas em todo o mundo.

Barry, na HBO Go (nota 87)

Vencedora de três Emmys pela primeira temporada, Barry teve uma segunda leva de episódios grandiosa e conseguiu números de audiência excelentes, impulsionada pela temporada final de Game of Thrones --Barry era exibida logo após. A comédia, sobre um matador de aluguel amante de teatro que quer se redimir, mais do que quadriplicou seu público entre o primeiro e o último episódio da temporada.

Killing Eve, no Globoplay (nota 87)

Embora a trama do começo da segunda temporada trave um pouco o ritmo eletrizante de Killing Eve, a nova leva de episódios é digna de ser vista e tem tudo para estar presente no Emmy de 2019. As cenas entre Sandra Oh e Jodie Comer, os alicerces da série, aumentaram na segunda temporada, para alegria dos fãs.

divulgação/cbs all access

Christine Baranski se prepara para lançar um machado na terceira temporada de Good Fight


The Good Fight, no Prime Video (nota 83)

O excelente drama The Good Fight tem como marca registrada ir até o limite da liberdade de expressão, como por exemplo achincalhar sem dó o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Mas na terceira temporada, a série ultrapassou a linha e chegou a ser censurada. O entrevero foi resolvido, e o fã pode ficar sossegado: The Good Fight foi renovada, e a quarta temporada vem por aí.

Chernobyl, na HBO Go (nota 83)

A HBO não esperava que a minissérie Chernobyl fosse ovacionada e carregada nos ombros por telespectadores do mundo todo. A trama encenou o pior desastre nuclear do mundo, a catastrófica explosão de uma usina que espalhou material radioativo por vários países europeus. Embora seja aclamada pelo público, ela não está tão na frente assim na briga pelo Emmy de melhor minissérie, a categoria mais equlibrada da edição 2019 do Oscar da TV.

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