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PERRENGUE CHIQUE

De carcará a carro atolado: Elenco lista problemas nos bastidores de Rensga Hits!

GLEIK SUELBE/TV GLOBO

Alice Wegmann caracterizada como Raíssa Medeiros na série Rensga Hits!

Alice Wegmann contou que encontrou um animal no violão que sua personagem toca em Rensga Hits

IGRAÍNNE MARQUES

igrainne@noticiasdatv.com

Publicado em 3/8/2022 - 6h30

O elenco de Rensga Hits!, série do Globoplay que aborda o universo do feminejo, passou por uma série de problemas enquanto gravava. Só Alice Wegmann, que dá vida à protagonista Raíssa Medeiros, teve de encarar perrengues que foram de invasão de um carcará até um carro atolado. 

"No dia em que eu cheguei, eu acordei assim... Eu estava no 18º andar do prédio, abri a janela e tinha um carcará imenso. Falei: 'Gente, estou em Goiânia, mas no 18º andar de um hotel e tem um treco desse na minha janela? O que eu vou fazer com isso?'. Tomei um susto", revela Alice na coletiva de imprensa do projeto, da qual o Notícias da TV participou.

A ave de rapina vista pela atriz tem em média 50 centímetros da cabeça à cauda e passa de um metro a medida da envergadura (de uma ponta a outra das asas).

"Mas eu sou uma pessoa que acredita muito na natureza e nos sinais. Eu entendi como se fosse um sinal mesmo e, na hora, eu peguei meu violão para praticar um pouquinho. E tinha uma águia ali no meio. No centro do violão. Eu falei: 'Ah, pronto. Já está tudo conectado'. Tipo, é pra ser, vamos lá, é a águia", brinca.

Alice explica ainda que, em determinado momento da série, sua personagem e Gláucia (Lorena Comparato) cantam uma música chamada Pássaro Sem Linho. A partir daí, tudo passou a ter um significado. "O Alejandro [Claveaux, intérprete de Devid] me chama de Passarinha na série", lembra.

A questão das aves ficou tão forte que uma das roteiristas da série, Renata Correa, chegou a emprestar um livro para Alice para que a atriz pudesse entender melhor a simbologia dos pássaros.

"[Renata] me mandou umas páginas de um livro místico, que ela tinha no dia. Eu não sei exatamente, mas eu encarei como um sinal de que aquilo era pra ser", diz a artista. 

Carro atolado

Em uma das cenas iniciais da série, que inclusive pode ser vista no trailer da trama, a personagem de Alice Wegmann aparece tentando desatolar o próprio carro em uma estrada na chuva. O veículo em si, chamado de Bandida, até virou tema de uma canção na história.

Na cena de desatolar a Bandida, que era um nojo de lama... E eu tendo que empurrar o carango mesmo. E o pior foi ter que dirigir o carro no meio de uma BR. Eu que já sou um pouco apreensiva na direção, dirigir aquele carro com três pessoas da equipe, um do som, o outro com uma câmera imensa... Gente, eu estava assim: 'Se eu morrer, não tem problema, só não quero matar ninguém'. Desesperada.

Para completar, os problemas com o carro não ficaram apenas nas cenas que farão parte da série. Ainda no início das gravações, a Bandida já dava sinais de que seria trabalhosa. "A Bandida foi o que mais deu trabalho nessa série. No primeiro dia, ela enguiçou, aí fui eu empurrando a Bandida até a ladeira para pegar. Então ela foi uma grande companheira de perrengues", ri a atriz. 

Conexão do elenco

Fabiana Carla, que dá vida a Helena Maravilha, conta que, apesar dos problemas nas gravações, o elenco e a produção acabaram se tornando uma família --o que, é claro, envolvia ter intimidade o bastante. 

"A Deborah [Secco, intérprete de Marlene] maluca, fez um aniversário meu com aquele carro de som. Chegando, carro de som, gritando", lembra Fabiana, que também ri.

"E um espetáculo à parte, Deborah, você na piscina do hotel, todo dia de manhã. Todo dia de manhã ela coloca uma música e celebra a vida. Então, se você acordava mais amuada, era só abrir a janela, olhar para baixo e estava a Deborah: 'Gente, a vida é boa, felicidade'", destaca Lorena Comparato.  

O elenco usou a academia do hotel para ensaiar as coreografias da série. Maíra Azevedo, a Tia Má, que interpreta Carol no projeto, revela que os funcionários da hospedagem sofreram com eles. E não só por causa da academia. 

"O café da manhã terminava 13 horas, com o pessoal do hotel pedindo pelo amor de Deus, 'vocês podem sair?'. Como às vezes alguém gravava até mais tarde, a gente ficava no café da manha pedindo pelas outras pessoas que iam descer. E a gente tomava café duas, três vezes, quatro, para ninguém ficar sozinho", conta.


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