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HELENA OU CHAYENE?

Zilda de Laços de Família é a quarta 'empreguete'? Veja outras cinco candidatas

FOTOS: REPRODUÇÃO/TV GLOBO

A atriz Thalma de Freitas caracterizada como Zilda em cena de Laços de Família

Thalma de Freitas interpreta Zilda em Laços de Família; empregada gera debate nas redes sociais

DANIEL FARAD

vilela@noticiasdatv.com

Publicado em 10/1/2021 - 6h55

Não falta torcida nas redes sociais para que Zilda (Thalma de Freitas) dê uma banana para Helena (Vera Fischer) e se junte às empreguetes na reprise de Laços de Família. Afinal, a mãe de Camila (Carolina Dieckmann) pega tão pesado com a empregada quanto a vilã Chayene (Claudia Abreu) em Cheias de Charme (2012) --foram os maus-tratos que inspiraram Cida (Isabelle Drummond), Penha (Taís Araújo) e Rosário (Leandra Leal) a darem a volta por cima na novela musical.

A esteticista já obrigou a funcionária a trabalhar até altas horas na véspera de natal e, recentemente, quase a tirou de seu quartinho para abrigar Íris (Deborah Secco) após uma briga com Pedro (José Mayer). Ela também se negou a dar férias para a jovem bem no momento em que seu apartamento no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, enfrenta ocupação máxima.

As críticas ao folhetim de Manoel Carlos são tantas e tão ferrenhas que Thalma de Freitas se viu obrigada a defender a personagem. Ela alertou que a produção foi exibida pela primeira vez há duas décadas, quando essas trabalhadoras ainda não contavam com avanços importantes como a emenda que regularizou os serviços oferecidos pela categoria --aprovada em 2012.

“Recebo muitas mensagens de amor pela Zilda, mas três foram de repulsa por ela ser submissa e maltratada. Honestamente não identifico essa leitura. Abusar de termos pejorativos e racistas por natureza como 'criada', 'a doméstica', 'escrava', 'maltratada' é mais agressivo do que as acusações", escreveu a artista no Instagram.

A lei pode ter mudado, mas infelizmente nem a realidade nem a ficção acompanharam as conquistas. Depois de Zilda, muitas empregadas padeceram nas mãos de patroas que perderam a linha --até mesmo aquelas com as melhores intenções:

Veja cinco candidatas ao posto de novas empreguetes da dramaturgia:

Dita (Karla Karenina) em A Força do Querer

Dita

Além de manter a casa de Eurico (Humberto Martins) em ordem, Dita (Karla Karenina) ainda sofre nas mãos da jogadora compulsiva Silvana (Lilia Cabral) em A Força do Querer (2017). Para não perder o emprego, a empregada precisa rebolar para ajudar a arquiteta a se livrar das dívidas que contraiu na mesa de pôquer --com direito a lidar com uma galera "da pesada", como Bibi (Juliana Paes).

Zezé (Cacau Protásio) em Avenida Brasil

Zezé

A parceira de Janaína (Claudia Missura) era o alívio cômico de Avenida Brasil (2012), mas o assédio verbal e moral de Carminha (Adriana Esteves) não tinha nada de engraçado. Zezé (Cacau Protásio) era alvo fácil da inimiga de Nina (Débora Falabella) --até chegou a servir de "escada" para que a salafrária pudesse escapar da mansão de Tufão (Murilo Benício).

Maria (Bianca Bin) em Êta Mundo Bom! 

Maria

Maria (Bianca Bin) comeu o pão que o diabo amassou nas mãos de Sandra (Flávia Alessandra) em Êta Mundo Bom! (2016). A perua fazia questão de chamar a rival de "perdida" por ter engravidado antes do casamento, além de humilhá-la sempre que possível --a vilã, no entanto, precisou engolir o orgulho e aceitar a rival como mulher de seu irmão, Celso (Rainer Cadete).

Raquel (Erika Januza) em O Outro Lado do Paraíso

Raquel

Após deixar o quilombo de O Outro Lado do Paraíso (2017), Raquel (Erika Januza) arranjou um emprego na casa de Nádia (Eliane Giardini) para juntar dinheiro e realizar o sonho de se formar em Direito. Ela, no entanto, foi escorraçada pela patroa racista por despertar o interesse do mauricinho Bruno (Caio Paduan) --mas deu a volta por cima e voltou para Palmas como juíza

Crô (Marcelo Serrado) em Fina Estampa 

Crô

Homens são minoria absoluta na função, o que não significa que Crô (Marcelo Serrado) tenha escapado ileso dos abusos de Tereza Cristina (Christiane Torloni) em Fina Estampa (2011). O tom cômico dos absurdos proferidos pela "pitonisa de Tebas" e a subserviência quase masoquista do mordomo foram alvos de críticas na reprise da produção de Aguinaldo Silva no ano passado.


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