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DISPUTA PELO TOPO

Disney ameaça Netflix com investimento de R$ 183 bilhões para o streaming

Divulgação/Disney+

Baby Yoda e Mando (Pedro Pascal) se entreolham em cena da série The Mandalorian

Baby Yoda e Mando (Pedro Pascal) em cena de The Mandalorian, série fenômeno no streaming da Disney

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 25/11/2021 - 18h23

Para apimentar a guerra do streaming e ameaçar a líder Netflix, a Disney anunciou nesta quarta-feira (24) um investimento de US$ 33 bilhões (R$ 183 bilhões) voltados apenas para as suas plataformas de vídeo por demanda em 2022. O valor é US$ 8 bilhões (R$ 44,5 bilhões) a mais do que os US$ 25 bilhões (R$ 139 bilhões) previstos inicialmente para ano fiscal.

Em relatório anual enviado aos acionistas, a empresa do Mickey planeja potencializar o investimento para melhorar o valor de sua marca e aumentar o lucro para os próximos anos. No último trimestre de 2021, o Disney+, principal streaming da companhia, teve um aumento abaixo do esperado para o período.

O investimento bilionário vale para o próximo ano fiscal da Disney, que já está em vigor. Os próximos resultados trimestrais, previstos para serem divulgados entre março e abril de 2022, já devem mostrar se a estratégia idealizada para o streaming trouxe resultados positivos ou negativos.

A empresa ganhou apenas 2,1 milhões de assinantes no último trimestre,  pior desempenho --em termos de novos clientes-- desde o lançamento oficial do Disney+, em 2019.

No entanto, nem tudo são más notícias: o streaming do Mickey ganhou quase 120 milhões de assinantes em todo o mundo e está rapidamente se juntando aos principais players do mercado, como Netflix e Prime Video. HBO Max e Apple TV+ ainda correm por fora.

"O aumento [de investimento] é impulsionado por maiores gastos para apoiar nossa expansão da marca e geralmente não assume nenhuma interrupção significativa na produção devido à pandemia de Covid-19", diz o relatório da Disney. O documento aponta que o aumento dos gastos não tem relação com a crise sanitária enfrentada pelo mundo nos últimos dois anos.

Além do aumento do orçamento, o relatório da Disney revelou outros planos para o próximo ano. Isso inclui o lançamento de 50 filmes, tanto no cinema quanto em streaming. Estão programadas produções dos selos Lucasfilm (Star Wars), Marvel Studios, Pixar, Twentieth Century Studios (antiga Fox) e Walt Disney Pictures.

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