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A PARTIR DE 2023

Após acerto com Conmebol, Globo entra na disputa pela Copa Sul-Americana

DIVULGAÇÃO/ATHLETICO PARANAENSE

Nikão, do Athletico-PR, com as mãos na cintura e olhando para o horizonte em jogo do clube

Nikão, do Athletico-PR: clube é finalista da Copa Sul-Americana 2021, torneio que a Globo quer de volta

GABRIEL VAQUER, colunista

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 28/10/2021 - 7h00

Após acabar com a briga jurídica que tinha com a Conmebol, a Globo vai disputar, além da Libertadores, os direitos de transmissão da Copa Sul-Americana a partir de 2023. A confederação tem como prioridade retomar a exibição do segundo torneio mais importante do continente na TV aberta.

Desde a rescisão da parceria entre DAZN e RedeTV!, no início de 2020, o torneio está fora da mídia mais tradicional. O objetivo é colocar pelo menos um jogo por rodada da competição em rede nacional, inclusive a final em jogo único.

Segundo apurou o Notícias da TV, o pacote que será colocado à disposição terá essa cláusula de exibição. A Globo também pretende negociar os direitos de TV por assinatura para o SporTV. A Disney, que tem a Libertadores neste momento, também tem interesse no certame para inflar o Star+, seu serviço de streaming com eventos esportivos.  

Hoje, as TVs veem a competição como mais atrativa. Desde 2020, existe uma fase de grupos que assegura pelo menos seis jogos para times brasileiros. Grandes times como o São Paulo estariam classificados para no ano que vem disputarem a Sula, como é carinhosamente chamado o evento.

As primeiras reuniões da FC Diez Media com interessados nos direitos começam na semana que vem. O SBT, dono da Libertadores na TV aberta, a WarnerMedia, a Disney, a Globo e a Band, entre outras empresas que se interessam pelos direitos, serão procurados.

Sul-Americana só no pay-per-view

A Copa Sul-Americana hoje está restrita ao Conmebol TV, um serviço de pay-per-view operado por Claro e Sky em parceria com o Grupo Bandeirantes. A opção se abriu após a saída do DAZN, que rescindiu o contrato com a competição em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus.

O streaming desembolsou US$ 35 milhões (R$ 195,3 milhões na cotação atual) pelo torneio. Hoje, a Conmebol processa o DAZN e pede indenização por perdas e danos materiais. A intenção da entidade é faturar pelo menos US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão) por ano com as vendas de seus eventos esportivos entre 2023 e 2026.

Globo e Conmebol estavam em litígio pela rescisão da Libertadores, em contrato que ia até 2022. A Globo pagava US$ 60 milhões (R$ 334 milhões) para ter jogos em TV aberta e paga. A Covid-19 e a alta do dólar foram determinantes pela quebra. No acordo fechado no início da semana, a Globo pagará uma multa de alto valor, parcelada pelos próximos dois anos. 

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