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IMPORTÂNCIA CULTURAL

Secretário de Bolsonaro, Mario Frias chora e elogia Regina Duarte: 'Um ícone'

REPRODUÇÃO/JOVEM PAN

Mario Frias em entrevista para a Jovem Pan em 27 de julho de 2020

Mario Frias na Jovem Pan nesta segunda-feira (27); secretário de Bolsonaro elogiou Regina Duarte

REDAÇÃO

Publicado em 27/7/2020 - 20h44

Mario Frias, secretário especial de Cultura de Jair Bolsonaro, chorou e foi só elogios para Regina Duarte durante entrevista para o programa Os Pingos Nos Is, da rádio Jovem Pan, nesta segunda-feira (27). Ao ser questionado sobre sua antecessora, o ator mencionou a importância da artista para a classe. "Ela é um ícone", enalteceu.

"Regina é uma pessoa que faz parte da nossa história e merece todo nosso respeito", completou o secretário. A ex-funcionária da Globo deixou o cargo na Secretaria Especial da Cultura em junho após ser envolvida em polêmicas.

"Regina tem o meu respeito. Como falei, ela é uma pessoa importante ao meu posicionamento em relação ao governo Bolsonaro. Ela me emocionou. Ela é um patrimônio. Não ela como pessoa, mas tudo que ela representa", frisou para o apresentador Vitor Brown.

Aos comentaristas Augusto Nunes, Ana Paula Henkel e Guilherme Fiuza, Frias destacou que a artista também tem o respeito de Bolsonaro e esclareceu a situação dela no comando da Cinemateca, em São Paulo.

"Muita gente fala que o cargo dela não existe. Existe a possibilidade, sim, de ser criado uma secretaria para ela cuidar da Cinemateca. É um pedido do presidente Jair Bolsonaro. Ele respeita demais a Regina assim como eu", explicou.

"Ela vai ser tratada com toda a dignidade que merece. Assim que esse imbróglio jurídico [entre os ministérios da Educação, do Turismo e da secretaria especial da Cultura] se resolver porque a gente vai resolver isso, a Regina Duarte vai ter um lugar de destaque dela na Cinemateca", avisou.

Em determinado momento da entrevista, Frias ficou com a voz embargada ao falar sobre incentivo ao esporte nas escolas e citar o ex-jogador de vôlei Bebeto de Freitas (1980-2018), seu tio.

"Até me emociono aqui ao falar do Bebeto, porque ele sempre se posicionou como um cara muito correto. Ele acreditava profundamente que o esporte só serve para incluir, para tirar o jovem da periferia", disse.

"O atleta, ele aprende que o sacrifício é mais importante do que o resultado final. Me emociono, sim, porque foi uma luta do Bebeto a vida inteira: fazer com que o voleibol chegasse às periferias", continuou.

Veja entrevista de Mário Frias para Os Pingos nos Is:

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