VAGA DISPUTADA

Ser repórter na CNN Brasil é cinco vezes mais difícil do que estudar Medicina

Fotos: Divulgação/CNN Brasil

Montagem com fotos dos repórteres Renata Agostini, Anthony Wells e Marcela Rahal, da CNN Brasil

Renata Agostini (à esq.), Anthony Wells e Marcela Rahal, que serão repórteres na CNN Brasil

LUCIANO GUARALDO - Publicado em 10/02/2020, às 05h02

Quem acha que passar no vestibular de Medicina é difícil vai ter um choque de realidade ao se deparar com outro processo seletivo muito mais disputado: o de repórter de vídeo da CNN Brasil. O canal de notícias vai estrear em março com 40 profissionais escolhidos entre 35 mil currículos recebidos.

Ou seja, o número de candidatos disputando um microfone da marca mais conhecida de jornalismo mundial chegou a 875. É quase seis vezes mais do que o índice de jovens que tentam entrar para o curso de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), 129 pessoas por vaga no vestibular do ano passado.

Alocados em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, os aprovados no processo seletivo da CNN Brasil também viraram "alunos": estão aprendendo a trabalhar em um esquema multiplataforma, em que TV e digital se misturam e alimentam um ao outro, em uma via de mão dupla. Todo profissional produzirá conteúdos para TV, site e redes sociais --alguns ainda farão podcasts.

Os repórteres internacionais também voltaram às "salas de aula" e fizeram um curso com Shasta Darlington, ex-correspondente da CNN Internacional no Brasil, que agora atua como consultora-executiva do canal. Ela passou um pouco de sua experiência de mais de oito anos no país para os novatos, inclusive na linha editorial da marca.

E alguns repórteres ainda farão intercâmbio com a CNN de outros países. Os correspondentes internacionais, como Luiza Duarte (Nova York), Núria Saldanha (Washington) e Denise Odorissi (Londres), vão trabalhar nas Redações da CNN nas respectivas cidades e se aproveitarão da estrutura local para produzir conteúdo para cá. Já os jornalistas brasileiros serão acionados em casos de repercussão mundial e farão reportagens em inglês para a programação internacional.

Entre os programas já confirmados na grade da CNN Brasil, estão o 360°, que Reinaldo Gottino comandará nos fins de tarde de segunda a sábado, com debates sobre os principais assuntos do momento.

Evaristo Costa apresentará nas noites de domingo o Séries Originais, que mostrará grandes reportagens nacionais ou estrangeiras. Já o casal Mari Palma e Phelipe Siani estará à frente do Live CNN Brasil, no ar nas manhãs de segunda a sexta.

Nas noites de segunda a sexta, o canal terá uma faixa de documentários, o Realidade CNN, que mostrará produções sobre história, ciência, economia e viagens. Mais de 300 horas já foram adquiridas de duas grandes produtoras internacionais.

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