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LIDERANÇA MATINAL

Prova do líder? Maria Beltrão chega com 'poder supremo' ao É de Casa

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Maria Beltrão com uma camisa preta em entrevista no É de Casa em abril

Maria Beltrão no É de Casa: apresentadora assume status de nova líder do programa na Globo

GABRIEL VAQUER, colunista

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 23/6/2022 - 7h00

Em sua primeira incursão no Entretenimento, Maria Beltrão já "chegou chegando" na Globo. Mesmo com outros três apresentadores no novo É de Casa, a jornalista ganhou o status de líder da atração, que será reformulada a partir de julho. Será pelo seu rosto que o público vai conhecer as novidades do programa em chamadas na programação, e outros privilégios também foram concedidos.

Além de Maria, que estava na GloboNews desde 1996, Thiago Oliveira, Rita Batista e Thalita Morete vão estar no comando do novo É de Casa. Por enquanto, nenhum deles fez gravações ou chamadas para divulgação. Enquanto isso, Maria foi chamada para representar o time em uma peça especial sobre as manhãs da Globo. 

Gravada nesta quarta (22), a chamada foi feita em São Paulo, junto com Ana Maria Braga e Patrícia Poeta. A previsão é que ela vá ao ar a partir da próxima semana, quando a empresa começa de vez a campanha para o lançamento da nova programação e o anúncio formal da saída de Fátima Bernardes do Encontro para assumir o The Voice Brasil. 

Segundo fontes do Notícias da TV, Maria fará as ações de merchandising mais importantes do programa. A área comercial já vende a nova configuração do É de Casa com esse aviso ao mercado publicitário. Nessa questão, Thiago Oliveira, que já é bem aceito por marcas, também será importante. 

A liderança de Maria Beltrão se explica pela nova proposta do É de Casa. O show de variedades pretende estreitar o diálogo com as classes C e D, que mais assistem à TV aberta. O objetivo é não deixar de ajudar as donas de casa de menor poder aquisitivo, mas fazer algo mais próximo da realidade desse público. 

Haverá investimento em mais jornalismo ao vivo e dicas de cultura para o fim de semana. Em grandes coberturas, a Globo identificou que o público mudava de canal e ia assistir à Record, que vencia o É de Casa apenas nessas ocasiões. O argumento ganhou força na cobertura feita da morte da cantora Marília Mendonça (1995-2021), considerada fraca por diretores da emissora. 

Nos bastidores, a nova linha é vista como um relançamento do É de Casa, que está no ar desde 2015. Mesmo que a atração seja líder nos sábados de manhã e tenha faturamento interessante, a interpretação é que o programa nunca engrenou ou agradou de fato --só tem bons resultados pela falta de opção dos telespectadores.  


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