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Venda de TVs cai 21% na Black Friday, e indústria prevê nova queda no Natal

EDUARDO BONJOCH/NOTÍCIAS DA TV

TVs à venda em loja na cidade de São Paulo

TVs expostas em loja de São Paulo: preços altos desanimam e afastam o consumidor

EDUARDO BONJOCH

edubonjoch@gmail.com

Publicado em 16/12/2021 - 13h03

Com uma redução de 21% no volume de vendas em relação ao ano de 2020, o setor de TVs não teve o que comemorar na Black Friday deste ano. Segundo a GfK, responsável pela pesquisa, vários fatores ajudam a explicar o fraco desempenho, como a antecipação da troca de aparelhos no ano passado por conta do agravamento da pandemia de Covid-19, quando as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa.

A expectativa da indústria para o Natal também é de queda: cerca de 10%, de acordo com a Eletros, a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos. "Seguimos com uma forte retração no consumo, que é reflexo da inflação e do medo de perder o emprego", explica Jorge Nascimento, presidente da Eletros. "Nesse cenário, o consumidor tem receio de investir em produtos de alto valor, como os televisores."

O aumento no preço das TVs este ano também contribuiu para piorar os números. Em 2021, segundo a indústria, o repasse médio no custo dos televisores para o varejo foi de 15% a 20%. Pesaram nesta conta o aumento no valor dos insumos (a maioria importados), a alta do dólar e dos fretes internacionais, além dos seguidos reajustes na tarifa de energia elétrica.

O resultado foi um encolhimento do setor. "Passamos de uma produção de 12,9 milhões de televisores em 2020 para cerca de 9,5 milhões de janeiro a outubro de 2021", revela Nascimento. "E, com as vendas caindo e os estoques cheios, a indústria colocará o pé no freio no primeiro trimestre de 2022."

TV perde destaque na Black Friday

Nem TVs, nem smartphones. A pesquisa da GfK mostrou que, em ano de crise, os destaques da Black Friday foram produtos de custo mais baixo, como fritadeiras, pranchas e modeladores de cabelo. "Para a categoria de TVs, 2021 pode ser considerado um hiato, já que no ano passado muitos lares foram equipados com aparelhos novos na busca do entretenimento dentro de casa", diz Fernando Baialuna, diretor de negócios e varejo da GfK.

Segundo ele, o período difícil será compensado com um 2022 promissor. E isso tem um motivo especial. Pela primeira vez, a Copa do Mundo e a Black Friday, dois dos eventos mais importantes para o setor, serão realizados simultaneamente em novembro, estimulando a procura por telas maiores.


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