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SUCESSO DAS NOVE

Bebel de Paraíso Tropical, Camila Pitanga se inspirou em travestis para a personagem

JOÃO MIGUEL JÚNIOR/GLOBO

Camila Pitanga em cena de Paraíso Tropical: atriz está com chapéu verde e olha com contemplação para o horizonte

Camila Pitanga viveu Bebel em Paraíso Tropical (2007): personagem fez sucesso na novela

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 3/7/2021 - 9h31

Há 14 anos, Camila Pitanga vivia o auge do sucesso com sua personagem Bebel, em Paraíso Tropical (2007). Na trama, a atriz interpretou uma prostituta carismática e ganhou o público por conta dos seus bordões e de seu namoro ioiô com o vilão Olavo (Wagner Moura). A intérprete recorda que se inspirou em travestis para retratar a autoconfiança da moça em cena. 

"Na época, eu vi um documentário sobre travestis que foi super importante para a pesquisa. Acho que travestis têm uma afirmação. Me baseei muito nelas. A Bebel tinha uma coisa de 'se eu sou puta, sou piranha, vou ser a melhor piranha do calçadão'. Um peito estufado, um nariz empinado, uma perna que parecia maior que a própria perna", disse a artista, em entrevista à coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo. 

O público voltará a acompanhar a trajetória de Bebel a partir de segunda (5): o folhetim de Gilberto Braga e Ricardo Linhares será reprisado pela primeira vez no Viva e substituirá A Viagem (1994) na faixa principal do canal pago. Camila comemorou a reexibição:

Como a novela ainda não foi ao ar no Vale a Pena Ver de Novo nem está disponível no Globoplay, acaba sendo inédita para muita gente. Vai ser interessante abrir um campo para toda uma geração que provavelmente só viu as cenas mais icônicas. Volta e meia tem alguém brincando, fazendo um meme, mas as pessoas não sabem de onde veio.

A personagem também é especial para a mãe de Antônia, de 13 anos. A atriz disse que mantém um acervo em sua casa com alguns itens de Bebel, como fotos e roteiros dos capítulos. Ela também se considera grata por ter tido a oportunidade de viver a prostituta no folhetim.

"Acho que a escrita do Gilberto Braga e do Ricardo Linhares deu valor à condição da prostituição. Aquela coisa social mesmo, da mulher no calçadão que é explorada pelo cafetão. A luta pela sobrevivência. Foi interessante porque eles humanizaram a personagem, colocaram a Bebel num lugar que acaba sendo parecido com o de muita gente. Teve esse processo de humanização da personagem. Deu para compreender com mais respeito essa profissão", declarou.


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