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ÂNGELO ANTÔNIO

Alcides na 1ª versão de Pantanal, ator tremeu com cena de castração: 'Assustador'

ARQUIVO O GLOBO

Ângelo Antônio, caracterizado como Alcides, abraça Angela Leal, a Maria Bruaca, por trás; os atores sorriem enquanto encaram a câmera

Alcides (Ângelo Antônio) e Maria Bruaca (Angela Leal) na 1ª versão de Pantanal, exibida em 1990

SABRINA CASTRO

sabrina@noticiasdatv.com

Publicado em 25/5/2022 - 13h50

Ângelo Antônio se lembra com clareza da fatídica cena de castração na primeira versão de Pantanal (1990). O ator, que interpretava Alcides no folhetim da extinta Manchete (1983-1999), teve de encarar o momento conturbado logo em seu primeiro trabalho na TV. Na cena em questão, o peão teve seu órgão genital cortado por Tenório (Antônio Petrin). O malvado descobriu que a mulher dele, Maria Bruaca (Angela Leal), vivia um romance com o boiadeiro.

"Foi assustador. A gente não acreditava [que ia fazer a cena]. Lembro de ser um momento de muita surpresa e impacto. Imagina isso no ar naquela época?", recordou o artista, em entrevista ao jornal O Globo. 

Alguns capítulos depois, Alcides se vingou do patrão. Ele atingiu o grileiro com uma lança. Depois, ainda atirou o corpo do homem para as piranhas comerem. "Houve um efeito especial, mas eu enfiava a zagaia num boneco", relembrou o artista.

Nas últimas cenas do folhetim, o boiadeiro revelou para Maria Bruaca que seu órgão genital não foi, de fato, atingido na hora da castração. Ele percebeu isso alguns meses após a cena fatídica, com o fim do inchaço e das inflamações. Na opinião do ator, essa reviravolta foi uma resposta à comoção do público. A sequência, afinal, foi uma das mais comentadas da época.

"O ápice dessas sequências foi, naturalmente, a cena da castração. Muito sangue, muita cara feia de dor e pavor. Todos os elementos necessários para fazer parecer real --mesmo sem mostrar o fato consumado", ilustrou reportagem da Folha de S.Paulo de 16 de novembro de 1990.

Mas, afinal, a cena será repetida no remake da Globo? É um mistério. Juliano Cazarré, intérprete de Alcides na novela das nove, não encontrou a cena nos roteiros. Mas o autor, Bruno Luperi, pode ter omitido o texto por enquanto. É uma forma de evitar que a sequência trágica vaze antes da hora.

Agora, Tenório é vivido por Murilo Benício. Já Maria Bruaca está nas mãos de Isabel Teixeira. Aos colegas de profissão, Ângelo Antônio é só elogios. "Quando soube que ia ser o Juliano, fiquei feliz. Gosto dele, fui bem representado", afirmou.

Primeiro papel

O artista chegou à produção por acaso. Ele foi fazer o teste para o papel por influência de Cassia Kis, que vivia Maria Marruá no folhetim de Benedito Ruy Barbosa. "Estava fazendo uma peça com a Cassia, e ela ia fazer a novela. Fiz o teste por indicação dela. Lembro que tinha uma cena num barco, mas num estúdio", disse.

Telespectador fiel do remake, o artista também ressaltou as "atualizações bacanas" que Bruno Luperi fez no texto. "Está muito bom de acompanhar. Antes de tudo, é uma história maravilhosa", afirmou.

Veja Ângelo Antônio e Angela Leal em uma foto recente:

Escrita por Benedito Ruy Barbosa, a novela Pantanal foi exibida em 1990 pela extinta Manchete (1983-1999). O remake da Globo é adaptado por Bruno Luperi, neto do autor. 


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