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HISTÓRIA TRÁGICA

O que aconteceu com Andreas, o irmão de Suzane von Richthofen?

DIVULGAÇÃO/PRIME VIDEO

Carla Diaz, Vera Zimermann e Kauan Ceglio em cena do filme A Menina que Matou os Pais

Carla Diaz, Vera Zimermann e Kauan Ceglio em cena do filme A Menina que Matou os Pais

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 29/9/2021 - 17h00

Os filmes A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais, que estrearam na última sexta (24) no Prime Video, têm um personagem coadjuvante que pouco fala, mas é muito presente na rotina da família: Andreas von Richthofen, irmão mais novo de Suzane. O rapaz, que tinha 15 anos na época do crime que chocou o país, prefere viver longe da mídia, mas chegou a ser protagonista de seu próprio caso policial. 

Na noite do crime, Andreas foi levado pela irmã e por Daniel Cravinhos para uma lan house. Ele não participou de nada e não sabia dos planos de assassinato de seus pais, Manfred e Marísia von Richthofen. 

Após o homicídio, o jovem passou a viver com a avó e com um tio. Em 2005, passou no vestibular para Farmácia e Bioquímica na USP (Universidade de São Paulo) e outras quatro faculdades, incluindo Medicina na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Chegou a fazer também doutorado em Química, pelo qual viajou a vários países e publicou 11 artigos científicos. Era tido como um bom aluno e profissional acadêmico, elogiado por professores. "Ele apresentava um enorme potencial de pesquisador e, depois do seu doutorado, pensei que estivesse fora do país em algum centro de pesquisa", disse a orientadora do trabalho de conclusão de curso dele em entrevista à revista IstoÉ. 

De 2015 para cá, no entanto, a trajetória promissora de Andreas von Richthofen não se confirmou. Ele chegou a falar sobre o assassinato de seus pais em 2015 mesmo, numa carta que enviou a um repórter da Rádio Estadão, dizendo que compartilhava dos sentimentos de raiva e indignação da sociedade em relação aos três assassinos de seus pais

Em junho de 2017, Andreas, então com 29 anos, foi detido por ter invadido uma casa na zona sul de São Paulo. Ele vestia roupas rasgadas, dizia frases desconexas, tinha ferimentos e escoriações. Só foi reconhecido no hospital para o qual foi levado, e o prontuário descrevia que ele tinha "higiene precária" e "olhos vidrados". Disse que fazia uso de maconha e álcool, mas que não havia consumido nada disso recentemente. 

Andreas foi transferido naquela época para uma clínica de recuperação para usuários de drogas, e desde então nada mais foi divulgado sobre o paradeiro dele. 


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