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DIABETES EMOCIONAL

Filho de Marília Mendonça precisou tomar insulina após morte da cantora

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Imagem de Marília Mendonça (1995-2021), Murilo Huff e Léo Mendonça Huff

Marília Mendonça (1995-2021), Murilo Huff e Léo Mendonça Huff; criança teve diabetes emocional

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 18/3/2022 - 17h58

Léo Mendonça Huff, filho de Marília Mendonça (1995-2021) com Murilo Huff, desenvolveu diabetes emocional após a morte da rainha da sofrência. Nesta sexta-feira (18), Ruth Moreira, mãe da cantora, revelou que a criança de dois anos chegou a registrar uma glicose de 430 mg/dL após a tragédia. Por isso, o pequeno precisou tomar insulina.

"Deu uma diabetes emocional [nele], foi para 430 mg/dL a glicemia, coisa que bebê da idade dele entra em coma. Só desconfiei porque ele estava bebendo muita água e fazendo muito xixi. Conversei com Murilo [Huff] para levarmos ao médico e, quando fizeram o teste do dedinho, deu 430", detalhou Ruth em entrevista ao jornalista Leo Dias, do Metrópoles.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o nível normal de glicose para uma criança é entre 60 a 99 mg/dL, similar a taxa dos adultos. "De início, foi muito rápido, peguei uma doutora, uma endocrinologista, que foi rapidão e entrou com a insulina no mesmo dia, ela pensou que tivéssemos até que internar ele, e ele está normal [atualmente]", prosseguiu.

"Tem mais de um mês que ele não toma insulina. Foi algo emocional porque fiquei esperando como ele ia reagir [a perda da mãe] no comportamento. De qualquer forma, ele ia reagir à falta dela, e foi dessa maneira que reagiu. Hoje ele não tem nada comprovado, pois temos o aparelho [medidor de glicose] e medimos. Os médicos falam que é uma fase de lua de mel. [Acredito que] Não vai voltar mais porque foi um problema emocional, sei que isso não vai voltar, mas medimos para não sermos irresponsáveis", complementou.

Segundo Ruth, Léo também apresentou mudanças no comportamento após a morte de Marília: "Ele começou a entristecer, ficar pelos cantos, me abraçava. Às vezes, ficava meio encolhido. Não necessariamente perguntava [sobre a mãe, mas dizia:] 'Mamãe, mamãe', entrava no quarto para ver se ela estava lá. Aí, fomos falando para ele que a mamãe foi morar no céu, virou uma estrela".

"Agora, ele está pensando que todo mundo vem e vai. Ele se apegou a mim de uma forma que, se estiver aqui, não me deixa ir ao banheiro, tenho que levá-lo, com medo de que eu vá embora e não volte. Ele fica desorientado se mostrar uma chamada de vídeo do avô ou minha. A babá faz uma ligação, aí ele acha que vai me ver só lá no celular, igual vê a mãe. Olha para você ver como a cabecinha dele trabalha, e esse menino chora de desespero se estivermos fora e fizermos uma chamada de vídeo", confessou.

"Isso está bagunçando muito a cabecinha dele porque até nos desenhos educativos toda criança tem papai e mamãe. Ele fala 'papai e mamãe', e frisa no 'mamãe', aí tiro ele do foco [e digo:] 'Vovó, vovô, tio'. Bagunço um pouquinho a cabeça dele, mas o que ele quer dizer é que todo mundo tem um papai e uma mamãe", destacou Ruth.

Confira a entrevista na íntegra:


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