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DISCURSO AMENO

Após defender intervenção militar, Ratinho baixa o tom e fala em 'praticar empatia'

REPRODUÇÃO/SBT

Ratinho em seu programa no SBT, de terno

Ratinho em seu programa no SBT; apresentador baixou o tom e pediu para as pessoas terem empatia

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 8/3/2021 - 17h27

Menos de um mês após defender a intervenção militar, medidas higienistas contra mendigos e atacar a Constituição Federal, Carlos Massa, o Ratinho, decidiu abaixar o tom e fazer um discurso mais ameno sobre as ações da sociedade durante a pandemia do novo coronavírus. O apresentador do SBT pediu: "Vamos praticar a empatia".

No discurso publicado em vídeo no Instagram, Ratinho fez uma reflexão sobre a pandemia e suas consequências para a população. Segundo o comunicador, defensor ferrenho do presidente Jair Bolsonaro, a saída para lidar com a crise sanitária e social não passa por uma postura agressiva.

"Aquele que tiver a real solução para esse problema que atire a primeira pedra! Atire no prefeito que fechou a cidade e mandou todos pra casa. Atire no presidente que pede pra abrir a cidade e a voltar ao trabalho. Atire nos médicos que pedem o isolamento social para evitar o colapso no sistema de saúde. Atire nos economistas que pedem para voltar a rotina prevendo um colapso financeiro. O negócio é atirar pedras", começou o apresentador, em tom irônico.

"Se voltar tudo a funcionar vão morrer quantas pessoas? Se ficar em isolamento social vão morrer quantas empresas? Vou responder: Ninguém sabe! Quando um problema não tem solução, elegemos um culpado, um inimigo, um vilão. A culpa não é do prefeito, do governo e do presidente.
Nem dos médicos, nem dos economistas e nem do Ministro da Saúde", refletiu o radialista, antes de dizer que a os governantes brasileiros estão "perdidos como todos os líderes mundiais".

Acostumado a dar declarações pesadas e atacar os críticos de Bolsonaro, Ratinho suavizou sua fala desta vez e considerou que, como a Covid-19 pegou as pessoas de surpresa, a solução não é atirar pedras e afirmou que o momento é de união.

"Quem sabe não seja a hora de parar de perder tempo, atirando pedras e dando palpites, e começar a orar mais, amar mais, chorar mais, valorizar mais os amigos e família", comentou. "Chega de ódio, talvez seja essa a solução!", acrescentou o funcionário do SBT. Para ele, "somos todo iguais" diante do vírus.

Assista ao vídeo:


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