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Drica Moraes está nas novelas desde 1989, quando fez Cida em Top Model - Estevam Avellar/TV Globo

Drica Moraes

Drica Moraes nasceu em 29 de julho de 1969 no Rio de Janeiro (RJ). Ela é mãe de Mateus, nascido em 2009, e casada com o médico Fernando Pitanga.

Apesar de ter chegado à casa dos brasileiros pela TV, a atriz é cria do teatro. Com apenas 13 anos, estava atuando na peça infantil Os Doze Trabalhos de Hércules (1983), adaptação do livro de Monteiro Lobato.

Na televisão, sua estreia foi com uma passagem rápida pelo seriado Tele Tema (1986), da Globo. Essa experiência abriu portas para que, três anos depois, fosse convidada para fazer sua primeira novela, Top Model (1989), de Walther Negrão e Antônio Calmon, em que interpretou a empregada doméstica Cida. Ainda na Globo, Drica Moraes fez a novela das sete Lua Cheia de Amor (1990), na qual deu vida à cleptomaníaca Isabela.

Em 1994, a atriz encarnou Denise em Quatro por Quatro, de Carlos Lombardi, mas pediu para deixar o elenco antes do final, quando descobriu que a trama se estenderia por mais três meses. Ela já tinha se comprometido com o longa-metragem As Meninas (1995), no qual fez o papel principal. Pela participação no filme, Drica Moraes ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Cartagena, na Colômbia.

O reconhecimento pelo talento na atuação estava apenas começando. A atriz interpretou a vilã Violante, em Xica da Silva (1996), de Walcyr Carrasco. A megera era a mandante de violência e humilhações contra a protagonista Xica (Taís Araujo). O papel na novela histórica proporcionou a Drica Moraes o título de melhor atriz de TV pelo Troféu APCA, em 1996, e melhor atriz nos prêmios TV Press e Sharp, em 1996 e 1997, respectivamente.

O papel foi um divisor de águas na carreira da atriz, já que influenciou personagens que fez anos mais tarde. "Foi uma época muito proveitosa. Serviu como um embrião para fazer tudo que faço hoje na pele da Cora", analisa Drica Moraes, referindo-se à vilã de Império (2014), em entrevista à Agência Estado.

Em seguida, a atriz deu vida a sua primeira protagonista na TV: Madalena, em Era uma Vez… (1998), de Walther Negrão. A personagem foi inspirada na Noviça Rebelde e tinha como intuito atrair o público infanto-juvenil para a faixa das seis horas.

Mas parece que os telespectadores gostaram mesmo de ver Drica Moraes como vilã. Em O Cravo e a Rosa (2000), de Walcyr Carrasco, ela interpretou Marcela, uma antagonista que tenta desfazer o casal principal da novela: Catarina (Adriana Esteves) e Petruchio (Eduardo Moscovis). Ainda em novelas de época, Drica Moraes interpretou a manicure Márcia em Chocolate com Pimenta (2003), do mesmo autor.

Em 2020, a personagem lhe proporcionou o prêmio de melhor bordão do canal Viva pela icônica frase "Eu sou chique, benhê". Na época de reexibição da novela, fez questão de pontuar que a construção do slogan foi feita em conjunto. "Senti falta apenas de estar gravado nele o meu nome, o nome do autor Walcyr Carrasco e o nome da novela", declarou, em postagem no Instagram.

A parceria com o autor chegou à quarta novela quando Drica Moraes interpretou Olívia em Alma Gêmea (2005). No papel, foi reconhecida com o prêmio TV Press de melhor atriz coadjuvante.

Durante os anos seguintes, fez papéis em várias séries da Globo: Queridos Amigos (2008), Norma (2009), Decamerão: A Comédia do Sexo (2009), O Bem Amado (2011) e Dercy de Verdade (2012).

Drica Moraes voltou às telenovelas na reedição de Guerra dos Sexos (2012), de Silvio de Abreu, como Nieta. "Faltava fazer uma novela para me sentir inteira de novo", revelou ao site da Globo na época da produção. A atriz estava se recuperando da leucemia.

Em 2014, fez sucesso em Império como a vilã Cora, que bolou muitos planos para ficar com o comendador José Alfredo. Ao longo da trama, Drica Moraes enfrentou uma piora em sua saúde e teve que sair do elenco. A solução encontrada pela produção foi criar um "rejuvenescimento" da personagem e trazer de volta Marjorie Estiano, que tinha interpretado Cora mais nova nos primeiros capítulos.

No ano seguinte, substituiu Deborah Secco em Verdades Secretas (2015), novela das onze de Walcyr Carrasco, porque a atriz ficou grávida. "Sou amiga, fã, irmã da Deborah Secco. Foi aquela sensação de passada de pira olímpica", comentou ao Vídeo Show na ocasião.

A partir de 2016, esteve no elenco de mais séries da Globo: Justiça (2016), A Fórmula (2017), Sob Pressão (2019) e Amor e Sorte (2020).

Drica Moraes no cinema e no teatro

Após seu início de carreira em Os Doze Trabalhos de Hércules (1983), Drica Moraes continuou no teatro infantil com Nossa Cidade (1984), Chapeuzinho Vermelho (1985) e O Segredo de Cocachim (1989). A última produção lhe rendeu seus dois primeiros reconhecimentos como melhor atriz, ainda aos 20 anos, com o Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil e o Troféu Mambembe.

Ao longo de sua trajetória, ganhou prêmios por outras peças. Em Pianíssimo (1993), foi a melhor atriz também pelo Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil e pelo Troféu Mambembe. Já em À Primeira Vista (2012), ganhou o Prêmio Veja - Cariocas do Ano na categoria do teatro.

Drica Moraes também tem uma extensa carreira nos cinemas, em que se destacam os filmes:

  • As Meninas (1995);
  • Bossa Nova (2000);
  • Amores Possíveis (2001);
  • Os Normais 2 - A Noite mais Maluca de Todas (2009);
  • O Bem Amado (2010);
  • Bruna Surfistinha (2011);
  • Getúlio (2014).

Vida pessoal e saúde

Drica Moraes não vem de família de artistas. Seus pais são Clarissa Gaspar, chef de cozinha, e o arquiteto Gustavo Moraes Rego Reis. Tem seis irmãos: Eduardo, Alessandra, Pedro, Bruno, Diogo e Gabriel.

Conheceu seu primeiro marido em 1994, durante a gravação de uma série na TV. Era o ator Régis Farias, de quem engravidou quatro anos depois. Durante a gestação, porém, sofreu um aborto espontâneo. "Engravidei sem planejar. Ficou a decepção pela perda e a certeza de que a maternidade exige que se pare a vida. E essa decisão eu ainda não tomei", declarou à IstoÉ Gente, na época. Em 2003, o casal se separou.

Meses após o rompimento com Régis, Drica Moraes conheceu o produtor cultural Raul Schmidt, com quem casou. Dessa vez, não conseguiu engravidar e optou por adotar uma criança. Em 2008, se separaram, mas Drica se manteve na fila de adoção.

No ano seguinte, pôde levar para casa seu filho, Mateus, com três dias de vida. Já no início de 2010 começou a namorar o médico Fernando Pitanga, com quem está casada.

O mesmo ano de 2010 foi desafiador para Drica Moraes, pois ela descobriu que tinha leucemia mieloide aguda. O tratamento para a doença envolvia, além da quimioterapia, um transplante de medula. O desafio foi encontrar um doador para ela, já que nem seus parentes eram compatíveis.

Durante os seis meses em que a atriz esperava pela medula óssea, promoveu uma grande campanha incentivando a doação no País. Após este período, conseguiu um doador compatível, fez o transplante e se recuperou do câncer.

Cinco anos depois, Drica Moraes pôde conhecer o homem que doou a medula óssea para ela, com quem construiu uma amizade. "O Adilson é o meu sétimo irmão. Ele tem mais seis irmãos que eu também considero meus irmãos. O que ele fez por mim não tem preço", declarou em entrevista ao programa É de Casa, da Globo.

Principais papéis na TV

AnoProduçãoPersonagem
1989Top ModelMaria Aparecida das Dores (Cida)
1990Lua Cheia de AmorIsabela Souto Maia
1994 Quatro por QuatroDenise
1998Era uma Vez... Madalena Giunquetti
2000 O Cravo e a Rosa Marcela de Almeida Leal
2003Chocolate com PimentaMárcia Mariano da Silva
2004Os AsponesMoira
2005Alma GêmeaOlívia de Médici
2011O Bem AmadoJudicéia Cajazeira
2012Dercy de VerdadeClotilde Prado (Clô)
2012Guerra dos SexosAntonieta Carneiro (Nieta)
2014ImpérioCora dos Anjos Bastos
2016 JustiçaVânia Ferraz
2019 -- atualSob Pressão Drª. Vera Lúcia Veiga

Personagens


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