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ELEIÇÕES AMERICANAS

Super Bowl: Intervalo mais caro da TV terá guerra entre Trump e rival bilionário

REPRODUÇÃO/TV GLOBO/NBC

Montagem de fotos com o presidente Donald Trump e o candidato Michael Bloomberg

Donald Trump e Michael Bloomberg investiram uma fortuna para aparecer no intervalo do Super Bowl

VINÍCIUS ANDRADE

Publicado em 1/2/2020 - 4h56

Em ano de eleições presidenciais nos Estados Unidos, dois bilionários vão investir uma verdadeira fortuna para aparecer no intervalo mais caro da TV mundial. O atual presidente norte-americano e candidato à reeleição pelo partido Republicano, Donald Trump, e um de seus rivais democratas, o multibilionário Michael Bloomberg, investiram US$ 11 milhões (R$ 47,1 milhões) cada um para fazer campanha nos breaks do Super Bowl.

A final do futebol americano, a NFL (National Football League), é o programa de maior audiência norte-americana, com cerca de 100 milhões de telespectadores só nos Estados Unidos. Essa é a primeira vez que dois adversários políticos vão usar o espaço para fazer propaganda eleitoral.

Mesmo com um preço alto, US$ 5,6 milhões (R$ 24 milhões) por cada comercial de 30 segundos, a rede Fox vendeu todas as cotas do Super Bowl deste domingo (2) antes do previsto.

De acordo com o jornal New York Times, a campanha de Trump vai exibir dois vídeos de 30 segundos. No primeiro, vai mostrar imagens do presidente em comícios e um narrador vai destacar uma "América mais segura", além de celebrar os números da economia, com baixos índices de desemprego. O segundo anúncio "será visto pelo mundo pela primeira vez quando realmente for ao ar" --ou seja, será uma surpresa.

Já Michael Bloomberg apostará na emoção para conquistar eleitores. Vai explorar a morte de crianças e adolescentes por armas de fogo. Prefeito de Nova York durante 12 anos, de 2002 até 2014, ele defende a regulação de armas e políticas em prol do meio ambiente. O empresário ainda não está confirmado como rival do atual presidente nas eleições. Ele terá que passar pelas prévias do partido Democrata.

Um dos dez mais ricos dos Estados Unidos, Bloomberg tem um patrimônio estimado em US$ 54 bilhões (R$ 341,4 bilhões), valor bem maior do que o do também bilionário Donald Trump, que acumula um capital de US$ 3 bilhões (R$ 12,9 bilhões).

Aqui no Brasil, a transmissão do Super Bowl 54, com Kansas City Chiefs e San Francisco 49ers, é exclusiva da ESPN. Os intervalos exibidos para os norte-americanos não são os mesmos mostrados aqui.

Nos Estados Unidos, a parceria que a NFL faz com as redes americanas que exibem os jogos durante a temporada regular (CBS, Fox e NBC) deixa o Super Bowl exclusivo para uma delas a cada ano, em um tipo de rodízio.

Em 2019, quem transmitiu o jogo foi a CBS, que vendeu o espaço mais visado para propagandas por US$ 5,3 milhões (R$ 22 milhões). A partida entre New England Patriots e Los Angeles Rams foi vista por 98 milhões de americanos. Em 2021, quem exibirá o Super Bowl é a CBS novamente; em 2022, será a vez da NBC.

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