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Fora de Hora

Humorístico da Globo pede que Bolsonaro deixe a presidência: 'Destino'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Os humoristas Paulo Vieira e Renata Gaspar numa bancada, cenário de telejornal do humorístico Fora de Hora

Os humoristas Paulo Vieira e Renata Gaspar, que interpretam âncoras de um telejornal no programa Fora de Hora

REDAÇÃO

Publicado em 9/6/2020 - 14h20

O humorístico Fora de Hora estreou nesta terça (9) seu primeiro episódio em formato de podcast com muitas críticas, implícitas ou declaradas, ao presidente Jair Bolsonaro. No programa da Globo, os comediantes ironizam a forma com que o presidente lida com a Covid-19 e as manifestações populares que pedem que ele deixe o governo.

"Bolsonaro diz que lamenta todos os mortos [pela Covid-19], mas [disse também que] esse é o destino de todo mundo, e cidadãos então pedem que Bolsonaro deixe a presidência, já que esse é o destino de todo presidente", é uma das falas do jornalista interpretado por Paulo Vieira no humorístico.

O Fora de Hora se propõe a fazer comedy news, uma vertente da comédia que usa notícias verdadeiras para fazer piadas e críticas sociais. Pela iniciativa da emissora de proteger funcionários do contágio pela Covid-19, o último episódio inédito do programa havia sido exibido em 17 de março. Agora, no retorno em áudio, Bolsonaro virou o principal alvo dos humoristas.

A âncora interpretada por Renata Gaspar alfineta a forma com que Bolsonaro tem lidado e falado sobre os efeitos do novo coronavírus no Brasil e a imagem que ele tem passado internacionalmente.

"Presidente Jair 'vai com as outras' Bolsonaro imitou o presidente americano e classificou manifestantes como terroristas por queimarem a bandeira brasileira. Bolsonaro só esqueceu que, segundo a imprensa internacional, é ele mesmo que mais queima a imagem do Brasil lá fora", diz.

As manifestações contra Bolsonaro, a favor da democracia e contra o fascismo também são assunto no programa, que faz um questionamento: "Quero deixar uma pergunta pra vocês: se o presidente Bolsonaro é contra antifascistas, é a favor do quê?", diz Paulo Vieira, e alguns segundos de silêncio se seguem.

Criador do programa, Caito Mainier também atua como um dos jornalistas e faz crítica a Regina Duarte. Segundo o personagem dele, Pedro Resedá, no Brasil "está todo mundo igual a Regina Duarte: desempregado e com medo".

As referências são à saída de Regina do cargo de secretária especial de Cultura, no qual ficou durante menos de três meses, e da frase "estou com medo", que a atriz usou ao fazer campanha para José Serra nas eleições presidenciais de 2002. O medo dela era de que Luiz Inácio Lula da Silva fosse eleito.

O Fora de Hora em formato de podcast ainda faz graça com Sergio Moro, imitado por Marcelo Adnet, e com a Semana do Presidente, programa exibido logo no início do SBT, ainda na Ditadura Militar (1964-1985), que apresentava um boletim muito chapa-branca das atividades presidenciais.

Carregado de ironia, o quadro Semana Passada do Presidente chama Bolsonaro de adjetivos como "querido" e "amado". "O presidente traquinas e pimpão cavalgou serelepe diante da multidão sem máscara, deixando claro pra todos os brasileiros que Covid é doença de quem é fraco e boboca", ironizou o humorístico da Globo.

O Fora de Hora não tem data prevista para voltar ao ar na programação da TV Globo e deve permanecer como o "puxadinho" do podcast, como os humoristas o descrevem. A emissora planeja voltar com as gravações de novelas em agosto.

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