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PLANOS PARA 2022

De Bonner a Anitta: Porchat 'mexe os pauzinhos' para rechear Que História É Essa

REPRODUÇÃO/GNT

Imagem de Fábio Porchat no Que História É Essa, Porchat?

Fábio Porchat no Que História É Essa, Porchat?; apresentador entregou planos para 2022

PAOLA ZANON

paola@noticiasdatv.com

Publicado em 24/12/2021 - 6h35

Fábio Porchat tem grandes planos e expectativas para o Que História É Essa, Porchat? em 2022. Além da volta da plateia e do bar, o apresentador deseja também presenças como William Bonner, Anitta, Roberto Carlos e Tatá Werneck. "Quero muito! Tudo isso está encaminhado, quero concretizar", contou ele, em entrevista ao Notícias da TV.

Por causa da pandemia, muitos planos foram frustrados, e o programa só teve uma temporada "ideal". "Estreia em 2019, é um sucesso, vem a pandemia e para. E a gente não tem muito para onde caminhar e faz um programa remoto. Foi uma superdificuldade. Agora, os convidados voltaram", relembrou.

Para 2022, no entanto, o humorista tem a esperança de fazer o programa do jeito que tinha sido pensado originalmente. "Tem a volta da plateia, se tudo der certo. Poder fazer aquilo que foi planejado, ter o bar de volta, todo mundo vai poder ter sua bebidinha. Essa é a grande surpresa", disse ele, cauteloso com as medidas de segurança para conter a Covid-19.

Além de voltar para a normalidade, Porchat quer mais espaço para o talk show. "Adorei quando foi para a TV aberta e torço para que ano que vem, quando voltar plateia, possa retornar para a Globo", confessou, sobre a época em que os episódios do Que História É Essa foram reexibidos na programação da emissora.

É um programa que, por mais que tenha sido pensado para a TV fechada, funciona super para a TV aberta também. Torço para que consiga ganhar seu espaço. A grade da Globo é um canhão [em questão de alcance].

Chave do sucesso

O Que História É Essa, Porchat? se tornou um sucesso tanto em sua exibição no GNT quanto na grade da Globo. Para o humorista, o segredo para o êxito foi a leveza. "Pensei um programa leve em um momento tão duro e difícil para nós, não digo nem pela pandemia, porque o programa veio antes, mas um momento em que estava tudo muito polarizado", entregou ele.

"As pessoas estavam cansadas de ver e dar opinião em todo lugar. É bom que tenha lugar para dar opinião, mas as pessoas estavam querendo ligar a TV, dar risada, virar para o lado e dormir", avaliou Fábio, que também não deixa de dar suas opiniões quando considera necessário.

"Não tem a pretensão de querer saber o que a pessoa pensa. O programa só quer ouvir uma boa história. E no fim das contas, nós todos queremos ouvir uma boa história", declarou.

E por falar em boa história, o humorista entregou também qual foi sua edição favorita nas três temporadas. "Xuxa [Meneghel], padre Fábio de Melo e Manu Gavassi foi um programa épico, está no meu top três", admitiu. "E a Sabrina Sato foi uma história inacreditável, hilária, que só poderia ter acontecido com ela", recordou ele.


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