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NOVA DEMISSÃO?

Com Regina Duarte ameaçada, GloboNews compara governo Bolsonaro ao BBB

REPRODUÇÃO/GLOBONEWS

Conversa entre as jornalistas Andréia Sadi (de costas) e Maria Beltrão no programa Estúdio I, da GloboNews

Andréia Sadi (de costas) e Maria Beltrão durante o programa Estúdio I, da GloboNews, nesta terça-feira (5)

REDAÇÃO

Publicado em 5/5/2020 - 17h03
Atualizado em 5/5/2020 - 19h36

Empossada como secretária especial de Cultura por Jair Bolsonaro há dois meses, Regina Duarte já tem o seu cargo ameaçado. A repórter e comentarista Andréia Sadi explicava a crise de relacionamento entre a atriz e o presidente no Estúdio I, da GloboNews, nesta terça (5), quando a apresentadora Maria Beltrão comparou o governo ao Big Brother Brasil, em que um participante é eliminado por semana.

Regina Duarte ficou surpresa após Bolsonaro reconduzir Dante Henrique Mantovani à presidência da Funarte (Fundação Nacional de Artes). A secretária havia exonerado Mantovani do cargo em março --ele foi criticado após dizer que "o rock ativa a droga, que ativa o sexo, que ativa a indústria do aborto, que, por sua vez, alimenta uma coisa muito mais pesada, que é o satanismo".

No início da noite, uma portaria publicada em edição extra do Diário Oficial da União tornou sem efeito a nomeação de Mantovani. Uma reunião entre Bolsonaro e Regina foi marcada para quarta-feira (6).

No Estúdio I, Andréia Sadi explicou como está a relação de Regina com Bolsonaro. "Ela [Regina Duarte] foi surpreendida quando viu a indicação do Mantovani, mas tem uma expectativa de uma conversa com o presidente. Ela vai sair? O que se sabe é que ela está sendo fritada, é o alvo da vez", disse a jornalista.

"É próxima vítima? Parece aquele negócio do Big Brother Brasil, que as pessoas vão sumindo da tela na abertura. 'Se você soubesse o que fazer...'", comparou Maria Beltrão, cantando a música de abertura do reality da Globo.

"É isso. Quem fica? Fica quem concorda. Pra você sobreviver ao governo Bolsonaro, você não precisa fazer necessariamente o certo, você precisa concordar. Se você não concorda, você pede pra sair", falou Andréia Sadi.

"A Regina [Duarte] veio com uma espécie de promessa, de esperança e não está conseguindo trabalhar. Para o presidente Bolsonaro ela não está conseguindo trabalhar porque ela não está fazendo o que ele quer. Ela não deve estar querendo nomear quem ele gostaria, quem a ala ideológica gostaria que ela nomeasse", opinou a comentarista.

"Se você pegar os últimos três ministros do governo que, tecnicamente, tinham carta branca: o [Luiz Henrique] Mandetta [ex-ministro da Saúde] saiu do governo porque não queria fazer o que o presidente queria, o [Sergio] Moro [ex-ministro da Justiça] chegou com a promessa de carta branca e foi levado a pedir demissão, e a Regina Duarte está agora na mira da ala ideológica", contextualizou Sadi.

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