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A CULPA É DO CABRAL

Aplauso ensaiado e celular vetado: Como é participar de uma plateia virtual da TV

DIVULGAÇÃO/COMEDY CENTRAL

Thiago Ventura, Fabiano Cambota, Rodrigo Marques, Nando Viana e Rafael Portugal no cenário de A Culpa É do Cabral

Thiago Ventura, Fabiano Cambota, Rodrigo Marques, Nando Viana e Rafael Portugal no A Culpa É do Cabral

A plateia é a alma dos programas de auditório, mas em tempos de pandemia precisou ser adaptada para que o show pudesse continuar. As emissoras e canais investiram em tecnologia para assegurar os aplausos sincronizados e as vibrações dos anônimos --que se empenham tanto quanto os apresentadores para manterem o alto-astral ao longo da atração. O Notícias da TV experimentou este "novo normal" e conta como é fazer parte de um auditório virtual.

Em novembro, o Comedy Central convidou a reportagem para acompanhar as gravações da nova temporada do A Culpa É do Cabral, que estreia em 2021, com o elenco original: Fabiano Cambota, Rafael Portugal, Rodrigo Marques, Thiago Ventura e Nando Viana. Mas antes de rir das piadas da trupe, foi necessário passar por um ensaio de quase uma hora de duração.

O primeiro passo foi a risada ensaiada e sincronizada. Um animador de palco invisível coordenou as gargalhadas, fazendo comentários engraçados e estimulando os quase 30 integrantes da plateia a soltarem a voz e rirem de verdade. Foi uma experiência esquisita, daquelas que te fazem questionar "o que estou fazendo aqui?". Mas completamente justificável, já que se tratava de uma medida de segurança para eventuais problemas técnicos.

O segundo passo foi o teste de enquadramento. A produção precisou orientar cada um dos convidados da plateia a ajustar a câmera de seu celular ou computador na melhor posição. Era um tal de "mais pra direita", "mais pra esquerda", "menos teto", "mais luz". No final, tudo deu certo.

A etapa seguinte foi uma aula de aplauso. Sim, foi necessário aprender a aplaudir corretamente numa plateia virtual. A regra era simples: mãos sempre à frente do rosto, na altura da câmera, para que o telespectador possa ver que o auditório realmente estava curtindo cada piada.

O figurino também foi motivo de checagem por parte da produção, que orientou a plateia a não usar roupas com estampas, para evitar o vazamento de alguma logomarca. Um desenho mínimo de um sol em uma camiseta preta fez com que a reportagem tivesse que enviar uma foto para a direção do A Culpa É do Cabral avaliar se seria necessário ou não trocar de peça antes do início da gravação.

Por fim, as proibições: ninguém podia comer ou beber na frente das câmeras, nem tampouco usar o telefone celular. Ir ao banheiro, somente nos intervalos. Também não era permitido interagir com os apresentadores durante o programa, somente nos momentos em que a plateia era acionada.

O programa, que normalmente tem uma hora de duração, exigiu mais de três horas dos convidados, que puderam ver os bastidores do humorístico em tempos de pandemia.

O Comedy Central adotou protocolos rígidos no estúdio em que a atração foi gravada. Além de adaptar todo o aparato cênico, a produção e equipe técnica estava inteiramente equipada com máscaras, luvas e roupas descartáveis para manter a segurança de todos os funcionários que atuaram na nova temporada de A Culpa É do Cabral.


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