Nona temporada

Letras e helicóptero: saiba o que está por trás das novas teorias de Walking Dead

Imagens: Divulgação/AMC

A atriz Pollyanna McIntosh em cena do terceiro episódio da nona temporada de Walking Dead - Imagens: Divulgação/AMC

A atriz Pollyanna McIntosh em cena do terceiro episódio da nona temporada de Walking Dead

JOÃO DA PAZ - Publicado em 23/10/2018, às 04h22

A repaginada em The Walking Dead reacendeu teorias. Com três episódios da nona temporada exibidos, o drama zumbi trouxe de volta o misterioso helicóptero que dá tilt até na mente do fã mais fervoroso da história. E mostrou um diálogo totalmente cifrado, usando como sujeitos as letras A e B. O telespectador obcecado por tentar adivinhar essas teses vibrou e pediu mais.

O capítulo do último domingo revelou que as duas teorias estão conectadas e têm como ponto central Jadis (Pollyana McIntosh), antagonista que por um momento se mostrou redimida, ao se juntar à trupe do xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln), passando a ser chamada de Anne, a pegadora de padre.

Ela voltou ao lixão, onde era líder de um grupo, e testemunhou a execução de todos os integrantes, mortos à bala pelos Salvadores, ex-subordinados de Negan (Jeffrey Dean Morgan). Jadis pegou um rádio transmissor e passou a falar com um homem. O diálogo foi flagrado pelo devastado padre Gabriel (Seth Gilliam), que ouviu a voz do outro lado falar de A e B como se fossem pessoas.

Walking Dead irá explicar nos próximos episódios o que as letras significam. O contexto indica que cada uma delas representa tipos de indivíduos que Jadis sequestra em troca de mantimentos. Quem está do outro lado controla o helicóptero e tem interesse nessas pessoas, possivelmente para trabalharem em outra comunidade.

Logo após o episódio, fãs brasileiros foram ao Twitter teorizar, e muitos apontaram um norte, de que A simboliza líderes ou pessoas de fibra, enquanto B, homens e mulheres subalternas. Como a zoeira nunca acaba, muitos disseram que, na verdade, A é de amor e B, de baixinho.

Fato é que a letra A está em Walking Dead há muito tempo. Lá atrás, na época em que os sobreviventes passaram poucas e boas em um terminal de trem (no fim da quarta temporada), o vagão no qual eles estavam tinha um A rabiscado.

A letra também esteve na blusa de prisioneiro de Daryl (Norman Reedus) durante sua estadia na fábrica, lar dos Salvadores. E ela apareceu de novo na oitava temporada, no contêiner no qual Jadis manteve Rick cativo.

Em episódio da oitava temporada, helicóptero sobrevoou o lixão de Jadis (Pollyana McIntosh) 

Outra comunidade
Durante um bate-boca com o padre, Jadis tentou convencer Gabriel a ir com ela para uma nova comunidade, a da dona do helicóptero, onde eles poderiam viver "uma vida além de qualquer sonho". Ele recusou e, sem alternativa, a vilã nocauteou o religioso, antes de lhe dizer: "Engraçado, eu sempre pensei que você fosse um B."

A introdução mais avançada das letras e desse sistema de trocas de pessoas por suprimentos pode ser a resposta para o desaparecimento de um personagem.

Como em Walking Dead a regra é clara, um personagem só vai embora morto, chamou a atenção o sumiço de Heath (Corey Hawkins) na sétima temporada. Sem um desfecho definitivo para o personagem, o ex-showrunner Scott M. Gimple disse à revista Entertainment Weekly que os fãs não tinham visto Heath pela última vez.

O ator largou Walking Dead para flopar na continuação da franquia famosa 24 Horas, intitulada de O Legado (2017). Tudo leva a crer que Heath foi capturado por Jadis e levado de helicóptero para a outra comunidade.

E que comunidade é essa? Se o drama zumbi seguir o script das HQs, o helicóptero só pode ser da Commonwealth, liderada por Georgie (Jayne Atkinson). No mundo caótico de Walking Dead, ela é a única personagem com condições de ter esse meio de transporte, capaz de recrutar uma pessoa gabaritada para pilotá-lo e de bancar tanto o combustível quanto a manutenção da aeronave.

Na história em quadrinho na qual a série se baseia, a Commonwealth é a maior comunidade já apresentada. É composta por várias cidades, habitadas por cerca de 50 mil sobreviventes, com todo um sistema controlado de trabalho e política. Contam ainda com restaurantes, arenas de shows e jogos esportivos.

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