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GIRL POWER

Dia da Mulher: 8 filmes e séries com garotas poderosas para assistir na Netflix

REPRODUÇÃO/NETFLIX

Dumplin', Girlboss e Jessica Jones: Filmes e séries com personagens feministas estão na Netflix - REPRODUÇÃO/NETFLIX

Dumplin', Girlboss e Jessica Jones: Filmes e séries com personagens feministas estão na Netflix

DÉBORA LIMA

debora@noticiasdatv.com

Publicado em 8/3/2019 - 5h22

Celebrado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher marca as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres pelo mundo. A busca pela igualdade e o empoderamento feminino vêm sendo cada vez mais retratado em histórias no cinema e na TV. No catálogo da Netflix, por exemplo, há várias protagonistas com histórias inspiradoras e que desafiam os padrões impostos pela sociedade.

As mocinhas indefesas, totalmente dependentes dos homens e com a única obrigação de cuidar da casa e dos filhos, deram lugar a mulheres fortes que lutam para terem seu espaço na sociedade e serem reconhecidas por seus talentos.

Confira personagens femininas fortes e inspiradoras para comemorar a data: 

Divulgação/Netflix

Danielle Macdonald e Jennifer Aniston estrelam a comédia dramática produzida pela Netflix

Dumplin' (2018)
Willowdean Dickson (Danielle Macdonald) é uma jovem que, apesar de estar acima do peso, sempre demonstrou confiança com a própria imagem. O amor próprio cultivado pela personagem foi, em grande parte, influenciado pela convivência com a tia Lucy (Hilliary Begley). Ela também foi a responsável por apresentar para a menina as músicas da cantora country Dolly Parton, que embalam o filme e trazem mensagens poderosas para a trama e para as personagens.

Porém, as características de Willowdean vão na contramão da vida levada por Rosie (Jennifer Aniston), mãe da garota e uma ex-miss que ainda vive em função do título. Para provar seu valor à mãe e honrar a memória da tia, Willowdean decide desafiar todos os padrões sociais e se inscreve em um concurso de beleza que é organizado por Rosie.

De forma sutil e divertida, Dumplin' mostra como a pressão para se encaixar em um arquétipo perfeito influencia negativamente a vida das mulheres.

Divulgação/Netflix

Sophia (Britt Robertson) vira uma grande empreendedora ao vender roupas de brechó no eBay 

Girlboss (2017)
A série é baseada na história real de Sophia Amoruso, uma jovem que decidiu customizar roupas encontradas em lojas velhas e baratas e vendê-las na internet como "vintage". A ideia de Sophia a transformou em uma das mulheres mais jovens a fazer fortuna por conta própria, de acordo com a revista Forbes. 

Na produção da Netflix, vemos como a dona da marca multimilionária Nasty Gal, interpretada por Britt Robertson, começou a construir seu império. Entre obstáculos, amores fracassados e grandes responsabilidades, Sophia toma as rédeas da própria vida e torna-se uma inspiração para muitas mulheres que desejam empreender.  

divulgação/DreamWorks

Com uma história emocionante, Histórias Cruzadas discute o racismo nos anos 1960 nos EUA

Histórias Cruzadas (2011)
Durante a segregação racial dos anos 1960, a jornalista Skeeter Phelan (Emma Stone) causa um alvoroço em uma cidade do Mississippi ao decidir retratar em um livro as histórias das empregadas negras que trabalham na vizinhança. Mesmo abandonando as próprias famílias para cuidar dos filhos das patroas, as domésticas eram tratadas com desprezo e preconceito.

Ao dar voz às trabalhadoras que sempre foram ignoradas pela sociedade, Skeeter vai descobrindo experiências emocionantes e chocantes vividas por cada uma delas. A força da mulher negra é evidenciada em muitas cenas, assim como o racismo sofrido por elas. Mesmo com um contexto social e político duro, o filme consegue trazer uma importante reflexão de forma leve e até com momentos engraçados. 

Divulgação/Netflix

Independente e forte, Jessica Jones (Krysten Ritter) é um exemplo de protagonista girl power

Jessica Jones
A personagem vivida por Krysten Ritter possui uma força física sobrenatural e muitas cicatrizes com as quais não lidou totalmente. Apesar de seus poderes, a super-heroína prefere viver longe dos grandes holofotes e mantém uma agência de detetive em Nova York, onde tenta reconstruir sua vida profissional e pessoal. Ao se envolver em uma investigação, Jessica acaba reencontrando alguns de seus demônios do passado e precisará resolver questões que evitou por muito tempo.

Se existe algo que Jessica Jones não faz questão de ter (e não precisa), é de homem dando palpite em sua vida. Os personagens masculinos, por muitas vezes, acabam atrapalhando e prejudicando a protagonista. Apesar de ter sido cancelada pela Netflix, Jessica Jones terá uma temporada final, ainda sem data de estreia.  

Reprodução/Netflix

Natalie (Rebel Wilson) quer ser reconhecida profissionalmente e ser levada a sério no trabalho

Megarrromântico (2019)
As comédias românticas são, muitas vezes, responsáveis por criar um ideal de amor completamente deturpado e irreal no imaginário feminino. Ciente disso, Natalie (Rebel Wilson) sempre detestou esses filmes repletos de estereótipos e cresceu completamente cética em relação ao amor.

A jovem arquiteta tem como foco na vida o crescimento profissional e, por isso, batalha para ser reconhecida no escritório --mesmo tendo que aguentar clientes que a confundem com a moça do café e colegas de trabalho bastante folgados. Após ser assaltada e bater a cabeça em uma pilastra, Natalie acorda e descobre que sua vida, até então monótona, se transformou em uma comédia romântica.  

Megarrrômantico ironiza os grandes clichês do cinema, como números musicais coreografados, corridas em câmera lenta e o típico casamento sendo interrompido pela verdadeira alma gêmea do noivo. Além disso, o filme traz uma protagonista fora do estereótipo de "mulher perfeita" propagado durante anos pelo gênero. 

Divulgação/Netflix

Lidia, Marga, Carlota e Ángeles mostram a revolução dos costumes na Madri dos anos 1920

As Telefonistas
Quando a Companhia Telefônica Nacional abre sua sede no centro de Madri, na Espanha, centenas de mulheres vêm de diferentes partes do país para trabalharem como telefonistas. O emprego é visto como uma oportunidade única de crescimento e mudança de vida para as garotas da época.

Entre as mulheres que conseguem o emprego, estão Lidia (Blanca Suárez), Marga (Nadia de Santiago), Carlota (Ana Fernández) e Ángeles (Maggie Civantos). Enquanto trabalham e buscam o sucesso profissional, as protagonistas também precisam aprender a conciliar a nova ocupação com namoros e amizades. 

Na série, podemos perceber as vitórias e o espaço conquistado pelas mulheres na sociedade. Porém, também fica claro que algumas coisas não mudaram desde 1920, como o preconceito enfrentado por elas no ambiente de trabalho. As Telefonistas (ou Las Chicas del Cable, seu título original) mostra que muita coisa melhorou desde aquela época, mas que o caminho para a igualdade ainda é longo.

Divulgação/netflix

Mulheres indianas protagonizam uma revolução poderosa ao enfrentar o tabu da menstruação

Absorvendo o Tabu (2018)
Vencedor do Oscar de melhor documentário curta-metragem, Absorvendo o Tabu mostra como as moradoras de uma área rural da Índia começaram uma significativa revolução. No país, a menstruação ainda é tratada como um assunto proibido e, por isso, durante anos as mulheres não tiveram acesso a produtos de higiene e absorventes, o que ocasionou problemas graves de saúde e o abandono de meninas.

O documentário dirigido por Rayka Zehtabchi expõe a mudança que acontece na aldeia após a instalação de uma máquina de absorventes. As mulheres aprenderam a fabricar o produto, auxiliando na capacitação feminina na comunidade e também na busca pela independência financeira com a comercialização dos produtos. 

Divulgação/Disney

Merida, Elsa e Mulan são exemplos de protagonistas empoderadas e feministas da Disney

Animações da Disney: Valente, Frozen e Mulan
Toda menina sonha com o dia em que será uma princesa como as da Disney. Durante anos, isso significava que as garotas deveriam esperar pelo príncipe encantado em um cavalo branco e, com a força do amor, resolver todos os conflitos de sua vida para ser "feliz para sempre" ao lado desse homem. Mas a própria Disney percebeu que o mundo mudou e que esse formato de princesa ficou ultrapassado. As protagonistas das produções recentes da companhia estão cada vez mais empoderadas e resolvendo sozinhas os próprios problemas. 

Princesa de Valente (2012), Merida quer distância do casamento que sua mãe insiste em arranjar. Forte e dona de si, a ruiva gosta mesmo é da liberdade de cavalgar pela floresta com seu arco e flecha. Já Elsa, uma das protagonistas de Frozen: Uma Aventura Congelante (2013), não tem sequer tempo para pensar em relacionamentos amorosos. A preocupação da rainha de Arendelle é conseguir controlar seus poderes de gelo e governar seu reino. 

Apesar de mais antigo na linha de filmes, Mulan (1998) pode ser considerada uma das primeiras personagens feministas da Disney. Contrariando tudo o que cabe a uma mulher "honrada", a mocinha corta os cabelos, vai para a guerra no lugar de seu pai e mostra que o lugar da mulher é onde ela quiser. 


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