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GREGA QUERIDINHA

Após 18 abortos, título de 'mãezona' do MasterChef comove Paraskevi: 'Forte'

REPRODUÇÃO/BAND

Imagem de Paraskevi Kotta cozinhando na bancada do MasterChef Brasil 9

Paraskevi Kotta no MasterChef Brasil 9; grega se emocionou com carinho dos brasileiros

PAOLA ZANON

paola@noticiasdatv.com

Publicado em 27/7/2022 - 6h20

Eliminada da nona temporada do MasterChef Brasil na última semana, Paraskevi Kotta abriu o coração ao falar sobre a relação com os outros participantes. A grega, que sofreu 18 abortos espontâneos, se comoveu ao ganhar o título de "mãezona" da edição. "É uma palavra muito forte", declara.

"Muito lindo quando eles me chamavam de 'mãezona'. Eu era a mais velha de todos. Amaioria deles, 11 participantes, poderia ser meu filho", brinca a cozinheira em conversa com o Notícias da TV.

"É muito bonito, porque a palavra mãe é boa, é forte, é grande, é única. Quando as pessoas te chamam assim, [significa que] tem respeito, amor, carinho, apoio. Acho muito lindo, e eu amei muito como eles se sentiram em relação a mim", diz ela.

Em entrevista à Band, Paraskevi contou que sofreu mais de 18 abortos ao longo de 20 anos de tentativas. Depois de muitos tratamentos, ela descobriu que era portadora da síndrome do anticorpo antifosfolipídeo, uma doença rara que a impedia de concluir a gravidez. "Tenho mais de 18 filhos de coração", declarou a estrangeira, em um relato que emocionou o público.

Eliminação

Paraskevi foi eliminada após tentar fazer um caldo de piranha no programa de 19 de julho. Para os jurados, o prato ficou sem sabor, algo que é imperdoável no reality culinário. A chef amadora, no entanto, não concordou com a decisão do trio.

"Quando você termina a prova, você pensa o que podia fazer para melhorar. Eu pensei que poderia ter feito coisas diferentes. Eu tinha o melhor filé de todos, por que não fiz na brasa, com uma salada, limão, maionese?", questiona a competidora, que pensou também em fazer uma sopa grega.

"Mas eu queria colocar temperos brasileiros. Eu fiz uma armadilha para mim mesma na prova da eliminação", admite a estrangeira. "Eu sabia usar [o peixe], eu sabia como podia temperar", lamenta. "No momento que fui eliminada, de verdade, eu já sentia isso, eu esperava", confessa ela.

"Mas achei que não foi muito justo, porque [o prato] da minha colega [Melina] ficou mais forte do que o meu", argumenta a grega, que foi salva contra Mitiko no terceiro episódio justamente após ter feito um prato considerado "menos pior" por ter o sabor mais fraco.

Na ocasião, os jurados consideraram que a falta de sabor dava para corrigir, mas o excesso dele, não. "Mas eu respeito muitos os nossos chefs, respeito a opinião deles", pondera a eliminada. 

Arrependimentos

Além do caldo de piranha que a eliminou, Paraskevi também se arrependeu de não ter sido mais firme ao impor suas opiniões nas provas em grupo. "Eu sou estrangeira. Tinha 15 colegas brasileiros e eu ficava muito quieta em alguns momentos, não mostrei para eles do que eu sou capaz", avalia.

"Em muitos momentos eu queria bater a mão na mesa e falar: 'Não é assim', mas eu não fiz isso. Sempre ficava quieta, ouvindo, sem falar a minha opinião", lamenta a europeia.

A saída de Paraskevi deixou os jurados tristes, mas revoltou bastante o público, que preferia a eliminação de Melina. Confira abaixo o vídeo em que a ex-participante fez em agradecimento ao carinho dos telespectadores:


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