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MONEY NO BOLSO

Após largar esportes, Facebook volta atrás e negocia Copa do Mundo de olho na grana

DIVULGAÇÃO/CBF

Neymar com a camisa azul e o short branco da seleção brasileira. Ele tenta dominar um lançamento de bola em campo, em jogo válido pela Copa América 2021

Neymar na Seleção Brasileira: Facebook pode transmitir Copa do Mundo de 2022 no Brasil

GABRIEL VAQUER, colunista

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 26/10/2021 - 17h19

Após dizer que não investiria mais na compra de grandes eventos de futebol, o Facebook voltou atrás e avança para adquirir a Copa do Mundo de 2022. A rede social está de olho no dinheiro despejado pelo mercado publicitário nacional em ano de campeonato mundial de futebol, sempre entre os maiores investimentos dos anunciantes.

Por causa de um acordo entre Globo e Fifa para encerrar uma briga jurídica, a emissora não tem mais a exclusividade digital do maior evento do futebol de seleções. Ela vai exibir jogos da Copa no Globoplay, assim como fez com a Eurocopa, mas a Fifa pode negociar o evento com outras empresas de internet, como redes sociais e plataformas de streaming. 

As negociações entre Facebook e Fifa são intermediadas pela empresa Livemode e estão em estágio inicial. YouTube, TikTok e Twitter também se mostraram interessadas.

Em março deste ano, o Facebook divulgou um comunicado em que afirmava que não iria mais comprar direitos de transmissão no futebol. A intenção era concluir apenas os contratos da Champions League e da Libertadores, este último até o fim de 2022, e investir em novas formas de engajar torcidas.

"Embora nossa abordagem em relação à aquisição de direitos esportivos esteja mudando globalmente, nosso compromisso com o esporte não está. Continuaremos trabalhando para trazer inovações e novas experiências para os fãs de esportes torcerem, se conectarem, participarem de conversas e fazerem parte das comunidades em torno dos campeonatos, esportes e atletas que amam, não importa onde estejam", disse a empresa na ocasião.

Por que o Facebook mudou de ideia?

A mudança de postura do Facebook se deve ao fator Copa do Mundo. Mesmo com o Grupo Globo assegurado na transmissão, estudos de viabilidade publicitária do evento apontaram que há muito o que ser explorado comercialmente.

No Mundial de 2018, na Rússia, o mercado brasileiro desembolsou R$ 2,8 bilhões em ações sobre a Copa. Os dados são do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão), entidade que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de propaganda do país.

Como o evento da Fifa está marcado para ocorrer entre novembro e dezembro em 2022, as propagandas se unirão às festas de fim de ano, período mais importante em vendas do comércio varejista.

Quem tiver os direitos de transmissão vai se sobressair nessa briga. A Globo, inclusive, deve divulgar ainda nesta semana o pacote comercial para a sua cobertura da Copa do Mundo. A estimativa é de faturar, somente com o futebol, quase R$ 3 bilhões em 2022. É nisso que o Facebook mira suas armas.

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