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ESTREIA DA NETFLIX

De tigre-zumbi a Dave Bautista: Cinco motivos para assistir Army of the Dead

Divulgação/Netflix

Dave Bautista em cena de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas

Dave Bautista em cena de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas; filme estreia na Netflix nesta sexta (21)

ANDRÉ ZULIANI

andre@noticiasdatv.com

Publicado em 21/5/2021 - 6h55

Idealizador do Universo DC nos cinemas --que culminou no criticado Liga da Justiça (2017)--, Zack Snyder retorna com uma nova história original em Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, novo filme da Netflix que estreia nesta sexta-feira (21). Estrelado por Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) e apresentando o melhor tigre-zumbi da cultura pop, o longa é feito para aqueles que curtem uma trama de ação recheada de mortos-vivos.

O filme marca o primeiro retorno de Snyder ao "universo zumbi" desde Madrugada dos Mortos (2004), um dos grandes sucessos da sua carreira. Desta vez, o cineasta apresenta uma proposta um pouco diferente e mais ousada do que a anterior: a introdução do morto-vivo alfa.

Conforme o próprio diretor revelou em entrevista ao Notícias da TV, sua intenção era mostrar uma evolução deste tipo de filme. Ao invés do monstro "bobão" de The Walking Dead ou das feras violentas de Madrugada dos Mortos e outros filmes, Army of the Dead apresenta um zumbi consciente, com memórias e emoções --ainda que primitivas.

Para desbravar esse novo mundo, Bautista, mais conhecido por viver Drax nos filmes do Universo Marvel, foi o escolhido para liderar o elenco, que ainda conta com nomes como Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder e Garret Dillahunt.

Confira cinco motivos para conferir Army of the Dead na Netflix:

REPRODUÇÃO/NETFLIX

O famoso tigre-zumbi

Filme de assalto no apocalipse zumbi

A premissa de Army of the Dead mistura dois "subgêneros" que os fãs de ação amam: o milionário Bly Tanaka (Hiroyuki Sanada) convoca Scott Ward (Dave Bautista), ex-militar que trabalha como cozinheiro em uma lanchonete, para liderar um grupo com a missão de retirar US$ 50 milhões (R$ 264 milhões) de um cofre em um cassino em Las Vegas.

O problema é que a cidade, uma das mais famosas do mundo, sucumbiu para um vírus que transforma as pessoas em zumbis. Para entrar na área, isolada pelo governo dos Estados Unidos, eles precisam enfrentar praticamente um exército de mortos-vivos.

Sem pudor, Snyder aproveita esse ambiente hostil para apresentar divertidas sequências de ação e mortes, mesmo que algumas pareçam um tanto absurdas. Nesses casos, o fantástico causa humor --o que, em um filme que inclui até animais zumbis, não é um ponto negativo.

O monstro Alfa

Na concepção de Army of the Dead, Snyder quis ir além do que já é visto constantemente na cultura pop. O diretor se propôs a ultrapassar alguns limites do gênero para apresentar algo novo e, com isso, surgiu a ideia do Alfa-zumbi.

Líder da "comunidade" dos mortos-vivos, o Alfa é o nível superior dos zumbis que o público está acostumado a ver. Ele demonstra consciência e memória, com noção dos seus iguais e o local que defende.

Além de inteligência, o Alfa tem uma força sobre-humana, sendo praticamente impossível vencê-lo no corpo a corpo. Isso eleva o nível de dificuldades enfrentada pelo grupo, acostumado a enfrentar as criaturas comuns. O embate entre o líder e os aliados de Scott Ward reservam as melhores cenas do filme.

Tigre-zumbi

Para aqueles que amam um absurdo, Snyder trouxe para Army of the Dead não apenas um novo tipo de humano-zumbi, mas outros animais que também podem ser contaminados pelo vírus. Isso resultou na criação do tigre-zumbi.

O tigre não é uma criação inédita na cultura pop, mas a sua concepção é extremamente decente. Mesmo feito com CGI (efeitos especiais), a fera faz parte da história e não está ali apenas para enfeite. Inclusive, é dela que sai uma das mortes mais divertidas de Army of the Dead.

Como se o tigre não fosse o bastante, o Alfa ainda possui um cavalo-zumbi, que o carrega pela devastada Las Vegas sem precisar correr ou saltar pelos carros abandonados.

Para justificar a ausência de outros animais comuns, Snyder confessou ter deixado pássaros de fora para manter a trama do longa menos absurda. Segundo ele, caso as aves fossem contaminadas pelos vírus, o apocalipse seria geral e não haveria como manter Las Vegas como o ponto central.

Dave Bautista, o astro de ação

Ex-lutador de MMA, Dave Bautista já mostrou o seu carisma como ator em outras oportunidades. Depois de brilhar como Drax em Guardiões da Galáxia, ele já foi vilão de 007 em Spectre (2015) e companheiro de combate de Sylvester Stallone em dois longas da franquia Rota de Fuga.

Com Army of the Dead, o ator quis dar um passo além e mostrar que pode ser escalado para papéis mais dramáticos. A relação de seu personagem, Scott, com a filha Kate (Ella Purnell) é o fio condutor da trama, o que faz da dinâmica entre os dois algo muito mais importante do que sobreviver aos zumbis.

Mesmo que não seja tão exigido --afinal, ainda é um filme de assalto com zumbis--, Bautista não chega a ser uma decepção. Ele tem momentos de drama e humor, e entrega bons níveis de ambos quando necessário.

Por conta de seu porte físico de atleta, é dele também as melhores sequências de ação e luta. Scott enfrenta gangues inteiras de mortos-vivos e é um dos principais derramadores de sangue em Army of the Dead.

Las Vegas e os mortos-vivos

Mesmo com uma ação envolvente e as ideias criativas de Snyder bem executadas, Army of the Dead não funcionaria sem um profundo trabalho de arte. A cenografia utilizada para reconstruir os cassinos e uma desolada Las Vegas, aliada aos efeitos visuais, ajudam a dar vida ao longa.

A assinatura do diretor também aparece no visual dos zumbis. Se os fãs desses filmes exigem um monstro bem caracterizado, o longa não decepciona.

Assista ao trailer de Army of the Dead:

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