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CLIMA PESADO

Filmes do caso Richthofen fizeram Carla Diaz perder o sono: 'Noites com pesadelo'

DIVULGAÇÃO/PRIME VIDEO

Carla Diaz como Suzane von Richthofen em A Menina Que Matou Os Pais, no Prime Video

Carla Diaz como Suzane von Richthofen em A Menina Que Matou Os Pais, no Prime Video

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 3/10/2021 - 10h00

Interpretar Suzane von Richthofen tirou o sono de Carla Diaz. A atriz, que estrela os filmes A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, disponíveis no Prime Video, admitiu que a história tenebrosa de assassinato a consumiu. "Tive algumas noites com pesadelo, dormindo mal", revelou.

"Acessei emoções que eu, como Carla, nunca havia acessado na vida. Houve dias em que não conseguia me desligar. Sou muito intensa, não consigo me envolver pela metade em nada. Para me recompor, optei por ficar na minha casa, no meu canto, sozinha. Isso me ajudava a voltar para o meu eixo. Mesmo assim, para você ver a intensidade, filmamos os dois longas-metragens em 33 dias", completou.

Em entrevista para o jornal Extra deste domingo (3), a atriz deu detalhes de seu trabalho de imersão para os longas. "Foi mesmo um crime brutal e muito comentado. Eu tinha 12 anos na época e tenho lembranças nítidas dos noticiários. Precisei me dedicar muito a esse projeto. Vi todos os vídeos disponíveis na internet, li reportagens, ouvi o depoimento dos envolvidos, conversei e fiz workshop com os autores Ilana Casoy e Raphael Montes", relembrou.

"Só pelo fato de ser uma personagem real, já é difícil. Nunca tinha experimentado isso em 29 anos de carreira. É um trabalho de composição diferente, uma construção que não parte do zero. Quando a gente pega um personagem que não existiu, tem uma liberdade na criação. Nesse caso, não. É um processo mais delicado e minucioso. Desde o início, a proposta era que a gente não tivesse nenhum contato com os envolvidos no crime", destacou.

Em cenas com Leonardo Bittencourt (como Daniel Cravinhos), a artista também teve uma nova experiência como atriz: apareceu nua. "Dessa forma, foi a primeira vez. Já tinha feito outras cenas mostrando o corpo na TV, onde havia restrições, pelo horário. Como atriz, estou focada em ângulo da câmera, no enquadramento, no microfone.... É tudo ensaiado", explicou.

"O que acontece numa sequência como essa do filme é ter um número menor de pessoas no set, um cuidado para os atores se sentirem confortáveis. Mas essa [nudez] não é uma questão para mim. Se é por um propósito da personagem, para a história, eu me entrego e faço sem reservas", considerou.

Neste ano, Carla surpreendeu seu público ao integrar o elenco do Big Brother Brasil 21. Ela considera que há sempre os dois lados da moeda. "Foi uma experiência intensa! É um jogo que exige do físico e do mental. Depois de um tempo, tem um esgotamento. Fiquei impressionada com a mobilização que o programa gera. E com o amor que recebi. Fui coerente com os meus pensamentos e princípios. Fui a Carla, não uma personagem", frisou.

"Nos primeiros dias após a saída, foi bem difícil. Fiquei triste, pra baixo. São tantas pessoas falando sobre você, julgando, que é impossível não se abater. Os fãs me acolheram. Hoje, meses depois, eu falo: o BBB foi muito importante, mas teve um preço, e eu paguei", admitiu.

Financeiramente, no entanto, o reality show deu para a atriz o posto de milionária. Ela não levou o prêmio de R$ 1,5 milhão, mas faturou essa quantia como ex-BBB. "Graças a Deus, consegui ultrapassar esse valor do programa. Estou muito feliz. Realmente, o BBB mudou a minha vida nesse sentido", comemorou.

"Comercialmente, surgiram muitas campanhas e publicidade. Tem tantos pedidos que eu fico tonta, tentando conciliar. Há dois anos, assumi as rédeas da minha carreira junto com a minha mãe. Não é só chegar lá e fazer, eu participo de toda a negociação. O lado empresária está a mil, e o lado artista também. Recebi alguns roteiros, convites para o cinema e o teatro, estou bem animada", finalizou.

Veja trailer de A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais:

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