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TARDEZINHA

Thiaguinho vive Big Brother pessoal em dia de 'Frank Sinatra' do pagode

BRUNO SOARES/BS FOTOGRAFIAS

O cantor Thiaguinho em cima do palco do Tardezinha no Maracanã

Thiaguinho fecha turnê do Tardezinha no estádio do Maracanã, no Rio; projeto vira série do Globoplay

DANIEL FARAD, do Rio de Janeiro

vilela@noticiasdatv.com

Publicado em 15/10/2020 - 6h55

Thiaguinho sempre imaginou que cantar no Maracanã, no Rio de Janeiro, era uma honraria reservada apenas a estrelas internacionais, como seu ídolo Frank Sinatra (1915-1998), que se apresentou no estádio em 1980. O cantor, porém, realizou o sonho improvável ao terminar a turnê de Tardezinha com um show para 40 mil pessoas na arena --o espetáculo e seus bastidores viraram uma série documental, que estreia no Globoplay nesta quinta (15).

"Eu nunca imaginei que chegaria lá, porque vi grandes artistas de todo o mundo fazerem shows no Maracanã. Deus me deu muito mais do que eu imaginei", conta o intérprete em entrevista ao Notícias da TV.

Ele, inclusive, entrou em contato para Ivete Sangalo, que gravou um DVD no estádio em 2005, para pedir a sua bênção. "Mandei mensagem e perguntei se ela liberava o meu show (risos), afinal é uma das maiores musicistas do Brasil. Queria que ela estivesse comigo nesse momento", entrega.

A baiana não subiu ao palco, mas a produção traz depoimentos de outros colegas como Alexandre Pires, Belo, Rodriguinho, Ferrugem e Thiago Martins --reforçando a imagem de uma roda de samba entre amigos que se transformou em um fenômeno e passou por 162 edições em 22 Estados.

Além disso, as câmeras ainda acompanharam o músico durante toda a preparação, em uma espécie de Big Brother pessoal. "Em momento nenhum pedi para pararem ou desligarem as câmeras, ao contrário. Eu queria até que a série tivesse mais episódios", confidencia.

Ele, inclusive, elogia a naturalidade com que os diretores Benedita Zerbini e João Pedro Januário, filha e genro da atriz Regina Casé, respectivamente, coletaram fragmentos "preciosos" de sua carreira.

"Fiquei impressionado com o olhar que eles tiveram para captar esses momentos com muita sensibilidade. Eles me deixaram muito à vontade, acho que conseguimos passar uma emoção genuína. Não foi nada forçado", avalia o compositor.

Playlist eclética

Apesar de intitular-se como um "viciado em pagode", Thiaguinho revela que nem só de samba se faz a sua playlist. Além das canções de Frank Sinatra, ele também é fã do americano Nat King Cole (1919-1965). "Gosto muito de ouvir música negra americana, como R&B, rap e jazz", enumera.

Criado em Ponta Porã (MS), o artista compartilha do gosto pelo sertanejo. "Faz parte da minha vida, inevitavelmente. Até já gravei com algumas duplas que cresci ouvindo, como Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xororó, além de Zezé Di Camargo & Luciano", cita.

Por conta da pandemia de coronavírus (Covid-19), o cantor ainda escuta muita música religiosa. "Ouço muitos louvores nesse momento de reflexão em que estou sozinho em casa. Eu comecei na igreja, minha mãe organizava um coral", rememora o galã do momento.


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