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BÁRBARA BARBOSA

Repórter de afiliada da Globo é agredida em praia de Florianópolis; vídeo

REPRODUÇÃO/NSC TV

Montagem de fotos com Laine Valgas no estúdio do Jornal da Almoço e a repórter Bárbara Barbosa cercada em praia

A âncora Laine Valgas (à esq.) condenou agressão contra a repórter Bárbara Barbosa (de costas, à dir.)

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 2/11/2020 - 13h54

A repórter Bárbara Barbosa, da NSC TV, afiliada da Globo em Santa Catarina, foi cercada por um grupo de banhistas e acabou agredida enquanto fazia uma reportagem nesta segunda-feira (2). A jornalista e o cinegrafista Renato Soder entrariam ao vivo para mostrar a situação na praia do Campeche, em Florianópolis.

A capital de Santa Catarina tem um decreto que proíbe a permanência das pessoas na faixa de areia. A equipe iria exibir no Jornal do Almoço (equivalente ao SP1 e ao RJ1 na NSC TV) as fiscalizações nas praias. Um grupo, que estava desrespeitando a norma, cercou a repórter e o cinegrafista.

Alguns banhistas avançaram, ameaçando quebrar a câmera. Depois, outros tentaram tirar o celular das mãos de Bárbara Barbosa, enquanto ela filmava o momento em que era cercada. Uma mulher chegou a pegar o aparelho da jornalista.

Tudo aconteceu bem perto de um posto de salva-vidas; a Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas. Após o tumulto, a repórter recuperou o celular. Ela sofreu arranhões no braço.

De acordo com a emissora, um boletim de ocorrência será registrado. A agressão foi exibida no Jornal do Almoço desta segunda (2), na NSC TV. A âncora Laine Valgas explicou que a equipe estava apenas fazendo um trabalho jornalístico.

"Queria reforçar que a nossa equipe estava trabalhando. O que nós fazemos é divulgar, informar e cobrar o cumprimento de regras que não somos nós que elaboramos. O decreto, que foi renovado pela prefeitura de Florianópolis, diz que você pode tomar banho de mar, surfar e se exercitar na praia, mas não pode permanecer na areia", disse.

"A regra é da prefeitura de Florianópolis e também é uma portaria do Governo do Estado de Santa Catarina. É um direito seu não concordar com o decreto, mas ele existe e precisa ser cumprido sob pena de multa. Se mesmo assim você não quer cumpri-lo, você não tem o direito de agredir quem está a trabalho reforçando o cumprimento dessa regra. Nada justifica essa violência", reforçou a âncora.

Assista ao vídeo abaixo:

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