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NA GLOBONEWS

Marcelo Cosme pede respeito à comunidade LGBTQ+: 'Direitos iguais'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Marcelo olha para a câmera, usa óculos de grau e terno azul; ele está na frente de um fundo vermelho

Marcelo Cosme em foto publicada no Instagram; jornalista apresenta o Em Pauta, na GloboNews

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 28/6/2021 - 23h30

Apresentador do Em Pauta na GloboNews, Marcelo Cosme fez um desabafo ao vivo sobre o Dia do Orgulho Gay, comemorado nesta segunda-feira (28). O comunicador pediu respeito à comunidade LGBTQ+. "Que direitos sejam iguais", disse ele. 

"Você que me assiste viu há pouco tempo eu falando aqui no Em Pauta que eu tenho namorado, viu quando eu contei que o ator Paulo Gustavo me ajudou quando retratou lá no cinema um filho gay sendo aceito pela família. Entender que eu sou gay, que nasci assim, contar para a minha família, meus amigos, falar disso aqui na televisão... É óbvio que não foi nenhuma tarefa fácil", iniciou Cosme. 

Em seguida, o jornalista destacou que seu discurso serve para alertar mais pessoas sobre a importância de se respeitar as diferenças e escolhas do próximo. "Hoje eu faço isso novamente e não mais por mim, mas por todos os LGBTQIA+ que ainda sofrem com exclusão, com violência em casa, na rua, no trabalho e são atacados nas redes sociais".

Marcelo ainda destacou que é um homem privilegiado por ter acesso a uma família que o respeita, a um trabalho que permite que ele tenha voz para defender suas causas, mas lamentou que nem todas as pessoas possam desfrutar dos mesmos "luxos". 

"Eu sou gay, mas eu sou um gay com privilégios e eu tenho que reconhecer isso. Eu sou um homem branco, eu tenho uma família que me acolhe, eu construí uma carreira que eu entendo que é uma carreira de sucesso. Eu tenho um trabalho que me respeita e me dá essa segurança aqui: a segurança de estar aqui sendo quem eu sou. De falar para você, em rede nacional, em um programa de política, que eu sou gay", continuou ele. 

Esse Dia do Orgulho vai continuar sendo necessário e importante até que esses direitos sejam iguais, que essa violência descabida acabe, que esse desrespeito se desfaça, que o preconceito não aconteça. Até o dia que ser gay, ser lésbica, ser transexual ou seja lá qual for sua orientação sexual ou orientação de gênero, isso não faça diferença para ninguém. É o básico, meu amigo, minha amiga: somos todos seres humanos. E o que a gente está querendo? Apenas o respeito.

Assista ao vídeo:


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