SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA

Globo busca público para Globoplay, mas lança série primeiro no streaming da Net

Maurício Fidalgo/TV Globo

Mariana Ximenes vive Adalgisa em Se Eu Fechar os Olhos Agora, que estreia nesta quarta (29) no Now - Maurício Fidalgo/TV Globo

Mariana Ximenes vive Adalgisa em Se Eu Fechar os Olhos Agora, que estreia nesta quarta (29) no Now

LUCIANO GUARALDO - Publicado em 29/08/2018, às 06h04

A Globo tem investido pesado na divulgação do novo Globoplay, a ponto de exibir a série The Good Doctor em plena Tela Quente para atrair público para sua plataforma de streaming, onde a temporada está disponível na íntegra. No entanto, a emissora preteriu sua ferramenta e decidiu lançar a minissérie Se Eu Fechar os Olhos Agora primeiramente no Now, serviço de vídeo sob demanda da Net e da Claro TV. 

Escrita por Ricardo Linhares com inspiração na obra homônima do jornalista Edney Silvestre, a produção chega nesta quarta-feira (29) ao Now. A temporada com dez capítulos pode ser vista apenas em televisores (não no navegador de internet ou em celulares) e está disponível para locação por R$ 29,90. No Globoplay, a estreia deve ocorrer em novembro, e a previsão é que entre na programação da Globo em janeiro.

Na gaveta da emissora por uma estratégia de grade, Se Eu Fechar os Olhos Agora é uma grande aposta interna. O elenco conta com nomes como Antonio Fagundes (afastado das novelas desde setembro de 2016 e ainda sem previsão de retorno), Mariana Ximenes, Gabriel Braga Nunes e o casal Débora Falabella e Murilo Benício, que repetem na minissérie o romance da vida real.

Os protagonistas, no entanto, são dois adolescentes, João Gabriel d'Aleluia e Xande Valois. Eles interpretam, respectivamente, Paulo e Eduardo, jovens que encontram o corpo de Anita (Thainá Duarte) à margem de um lago.

Acusados de um crime que não cometeram, eles iniciam uma investigação por conta própria e descobrem que a morte faz parte de um mistério maior, que envolve figuras importantes da política e da alta sociedade da fictícia cidade de São Miguel.

Outros assassinatos começam a acontecer no local, e os jovens precisam se aliar ao misterioso Ubiratan (Fagundes) para esclarecer os crimes antes que eles se tornem as próximas vítimas.

Para Linhares, a minissérie vai além de uma trama de suspense. "A trama trata da dificuldade dos relacionamentos amorosos, familiares e sociais, e dos segredos que cada um esconde para representar o seu papel na comunidade. São Miguel é um microcosmo do Brasil, das relações de poder e opressão, como a tirania do patriarcado, que tentava cercear a liberdade das mulheres", disse em comunicado.

A minissérie foi rodada entre novembro de 2017 e janeiro deste ano na cidade mineira de Catas Altas, de apenas 5.300 habitantes. Por lá, foram gravadas cenas na igreja matriz do município, no Santuário do Caraça e na Chapada do Canga.

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