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APRESENTADOR

Morgan Freeman confessa admiração por prisioneiros em fuga: 'São gênios'

Divulgação/History

Morgan Freeman em foto promocional da série Grandes Fugas

Morgan Freeman é o apresentador de Grandes Fugas; série estreia no History neste sábado (9)

ANDRÉ ZULIANI

andre@noticiasdatv.com

Publicado em 9/4/2022 - 6h25

Astro de Hollywood, Morgan Freeman emplaca um novo trabalho como apresentador em Grandes Fugas, série que estreia no canal pago History neste sábado (9) e conta as maiores histórias de prisioneiros que conseguiram escapar de prisões aparentemente impossíveis de sair. Um assunto que, segundo o próprio ator, o fascina.

Freeman está à frente dos oito episódios encomendados para a primeira temporada, que contará histórias clássicas de fugas de prisões como as de Alcatraz e Dannemora, além dos casos envolvendo o traficante mexicano Joaquín "El Chapo" Guzmán e Os Seis de Pittsburgh. Sobre os prisioneiros que ousam tentar escapar da cadeia, o ator confessa sentir admiração.

"O mais fascinante sobre o assunto é que eles [prisioneiros] ousaram tentar. Acho que o próprio fato de eles terem ousado tentar é o grande atrativo desta série. Estamos do lado da ousadia, do esforço heroico, não importa quem ou o quê. Quando os vemos, dá vontade de incentivá-los a alcançá-los", explica o ator em bate-papo com jornalistas do qual o Notícias da TV participou.

Na visão de Freeman, o ato de escapar de uma prisão "inescapável" mostra o quanto seres humanos conseguem ser criativos e engenhosos. Por isso, para ele, é quase impossível não torcer para o prisioneiro no que diz respeito a atingir este objetivo.

"Em Grandes Fugas você tem uma noção de como pessoas dedicadas, corajosas e engenhosas podem ser em situações desesperadoras. Uma vez que você começa a assistir, você se envolve. O mistério é se eles vão, se eles podem realmente fazer isso. Porque é uma tentativa quase impossível", acrescenta.

Nos cinemas, um dos papéis mais marcantes da carreira do astro --e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar-- foi em Um Sonho de Liberdade (1994). Na trama, um prisioneiro interpretado por Tim Robbins (Sobre Meninos e Lobos) passa anos tramando como escapar de uma prisão. Na série, Freeman tem o auxílio de uma nova tecnologia criada para tornar simulações de fugas mais críveis.

Intitulado Unreal Engine, o software apresenta imagens históricas para dar realismo às simulações da atração. Com isso, Grandes Fugas reconstitui as paredes e celas de prisões como Alcatraz usando efeitos especiais. A ferramenta, uma criação 3D em tempo real mais avançada do mundo para experiências imersivas, dá a sensação de colocar espectador dentro do cenário da série.

“Vamos abordar o passo a passo, os detalhes do que fizeram, de cada momento, o dia a dia deles, semana a semana, mês a mês, ano a ano. Fugir de uma prisão de segurança máxima é provavelmente uma das tentativas mais ousadas em que os humanos podem se arriscar. Essa é provavelmente uma das coisas mais fascinantes sobre a natureza humana quando a trancamos nas prisões", conclui o ator.

Presentes no bate-papo com os jornalistas, os produtores James Younger e Geoffrey Sharp revelam que muitas das histórias selecionadas para a primeira temporada de Grandes Fugas têm potencial para se tornarem filmes e séries de TV. Segundo a dupla, muitos casos precisaram ser deixados de fora e podem aparecer caso a série seja renovada.

"Os Seis de Pittburgh é um exemplo de grande história que nunca se tornou um filme. Alcatraz virou filme, e Dannemora ganhou uma série dirigida por Ben Stiller. Grandes fugas são temas [que se tornam] blockbusters no cinema", diz Sharp.

Grandes Fugas estreia neste sábado, às 22h10 (horário de Brasília). De acordo com o History, a primeira temporada será exibida até 28 de maio deste ano.


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