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PELA FAMÍLIA

Eterno Robin, Chris O'Donnell não queria atuar em NCIS: LA; entenda

Divulgação/CBS

Chris O'Donnell segura uma arma e se esconde atrás de um contêiner em cena de NCIS: Los Angeles

Chris O'Donnell na 12ª temporada de NCIS: Los Angeles, exibida no Brasil pelo canal A&E

LUCIANO GUARALDO

luciano@noticiasdatv.com

Publicado em 6/4/2021 - 7h05

Conhecido até hoje por ter interpretado o super-herói Robin nos filmes Batman Eternamente (1995) e Batman & Robin (1997), Chris O'Donnell trocou as superproduções do cinema por um papel fixo na série NCIS: Los Angeles, atualmente em sua 12ª temporada. Mas fazer uma série do gênero "crime da semana" não estava nos planos do ator de 50 anos quando aceitou migrar para a televisão.

"Na época [entre 2008 e 2009], recebi convites para duas séries que eu queria fazer mais do que NCIS, mas elas seriam gravadas fora de Los Angeles", lembra o galã, que queria ficar na cidade para proporcionar uma vida mais estável à família --ele tem cinco filhos, frutos de seu relacionamento de mais de duas décadas com Caroline Fentress.

"Minha família é minha prioridade, e eu queria ter uma base fixa, não manter aquela vida cigana que levei durante tanto tempo. Então recusei as outras séries e perguntei para meus empresários: 'O que vai ser rodado em LA?'. NCIS era uma das opções", confessa o astro em entrevista ao Notícias da TV.

Ele não se arrepende da decisão, pois virou protagonista de uma série de sucesso e criou o ambiente familiar que desejava. "É uma bênção ver que suas crianças podem estudar na mesma escola, ter os mesmos amigos, não precisam ficar se mudando de quatro em quatro meses. Foi uma decisão consciente que eu tinha tomado antes de fazer a série", conta.

Assim que soube que NCIS: LA seria gravada na Califórnia, o ator se encontrou com o criador da série, Shane Brennan, e logo desenvolveu uma conexão com ele. "Eu nunca imaginei que duraria tanto tempo, mas sou muito grato por ela estar no ar até hoje. Eu sempre quis uma vida estável, e consegui criar isso. E NCIS é uma parte fundamental do processo", valoriza.

"Você sonha com um projeto que dure tanto tempo e que você ainda se divirta fazendo. Para atores como eu, é incomum algo assim, porque você está sempre caçando o próximo emprego, o próximo papel. Não tem muita segurança ou estabilidade nesse ramo. Eu lembro quando era jovem, gravava um filme e, embora eu tivesse muito sucesso, pensava: 'Será que vou poder fazer isso novamente? Para onde vou depois?'", ressalta.

O trabalho fixo na TV também o afastou do cinema --seu último longa-metragem foi Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Galore, de 2010. Ele ressalta que consegue conciliar as gravações da série com o ano letivo de seus herdeiros e que, quando chegam as férias escolares, prefere curtir com a família do que engatar um projeto cinematográfico.

Paizão em primeiro lugar, ele não sente qualquer falta  dos projetos milionários que estrelou no passado, como Perfume de Mulher (1992), Os Três Mosqueteiros (1993) ou Limite Vertical (2000), além dos longas do Homem-Morcego. "Desde cedo eu aprendi a não valorizar demais o sucesso, porque você vai ter fracassos também. E quando ele vier, se você não estiver preparado, aquilo vai te afetar de verdade."

A 12ª temporada de NCIS: Los Angeles é exibida no Brasil toda sexta-feira, às 21h40, pelo canal A&E. A expectativa é que a atual leva de episódios seja mais curta por causa da pandemia da Covid-19, que diminuiu o ritmo de trabalho, com 18 capítulos no lugar dos 22 ou 24 tradicionais.


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