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Diário de um Confinado

Bruno Mazzeo se orgulha de ter feito primeira série 100% em casa na quarentena

Reprodução/Globoplay

O ator Bruno Mazzeo apoia a cabeça em uma das mãos e olha pela janela em cena de Diário de um Confinado

O ator Bruno Mazzeo em cena de Diário de um Confinado, série toda gravada em sua casa, no Rio de Janeiro

REDAÇÃO

Publicado em 24/7/2020 - 15h58

Após quatro meses de quarentena em boa parte do Brasil, a população que tem a possibilidade de ficar em casa já passou por várias sensações, como paranoia com a doença, angústia e prostração. Esses exemplos são retratados na série Diário de um Confinado, que chega ao fim neste sábado (25) na Globo. Autor e protagonista, Bruno Mazzeo se orgulha de ter feito este trabalho logo no início da pandemia, de forma totalmente remota.

"Tudo foi bom: ter feito, ter feito rápido e nesse momento, ter feito primeiro, ter feito com a qualidade que ficou na tela, ter feito com a Joana [Jabace, diretora e mulher de Bruno]. Foi bom para mim, pessoalmente, como artista, conseguir ter feito aqui de casa, alcançando tantas pessoas. Foi muito bom para o casamento também, para a minha parceria com a Joana. Só teve coisas boas", diz Mazzeo.

Entre a ideia do projeto e a entrega de tudo pronto, gravado e editado para a Globo, a equipe levou cerca de um mês e meio. Bruno escreveu e atuou em todos os episódios, enquando Joana dirigiu e também cuidou da cenografia. A casa dos dois virou todo o set de filmagens --isso enquanto os filhos gêmeos do casal, de 3 anos, estavam dormindo.

"[Esse projeto] Foi 100% de envolvimento, não tinha a volta para casa. Depois da filmagem, continuamos trabalhando na série, na edição, na finalização, no lançamento. Para mim, o grande objetivo desse projeto era fazer. E valeu muito a pena ter feito! Antes de começarmos a gravar, eu ainda questionava se devia ou não fazer, sobretudo quando ainda estava no início dos textos. Hoje, depois de tudo, só agradeço por não ter desistido", confessa o autor.

Diário de um Confinado teve 12 episódios, exibidos aos sábados na Globo e disponíveis na íntegra no Globoplay. Além de Mazzeo, vários atores consagrados da emissora fazem participações especiais, como Renata Sorrah, Fernanda Torres, Débora Bloch e Lázaro Ramos.

Segundo o autor e protagonista, a repercussão da série foi muito boa entre seus próprios colegas do audiovisual e entre o público, que lhe enviou mensagens emocionantes.

"O que mais me deixou feliz foi que as pessoas entenderam a situação, assistiram sabendo que fizemos na raça. E uma sensação muito boa foi a da identificação do público. Isso significa que fizemos as opções certas, sobretudo em termos de comédia, da maneira de comunicar. Recebi mensagens até emocionantes, como a de uma moça dizendo que a mãe estava com Covid-19, e o programa foi a primeira coisa que a fez sorrir", lembra.

"O programa acabou cumprindo várias funções: como artista, de sentir que a gente está comunicando e vai continuar, independente do momento que a gente viva; de mostrar que dá para fazer uma dramaturgia mais simples; e que a gente pode se reinventar. Senti um carinho muito grande das pessoas que viram", conclui Mazzeo.

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