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Desgastada, Malhação deu mais munição à Record do que à Globo na reta final

REPRODUÇÃO/TV GLOBO E RECORD

Montagem com a atriz Pâmera Tomé à esquerda como Alina em cena de Malhação e à direita como Liba em cena de Gênesis

Pâmela Tomé como Alina em Malhação e Liba em Gênesis; intérprete trocou Globo por Record

DANIEL FARAD

vilela@noticiasdatv.com

Publicado em 28/1/2022 - 6h30

Após 26 anos no ar, Malhação chegará ao fim nesta sexta (28) com o último capítulo da reprise de sua 22ª temporada, Sonhos (2014). Desgastado, o formato já não cumpria mais a tarefa de ser um celeiro de talentos da Globo. A emissora investia tempo e dinheiro para formar novos nomes que, muitas vezes, eram absorvidos pela concorrência --da Record a serviços de streaming como a Netflix.

O fim do projeto não significa que a líder de audiência desistiu de lançar rostos diferentes. Ao contrário, ela sempre teve processos de formação de atores que iam muito além do folhetim adolescente. Vitória Strada e Camila Queiroz, por exemplo, estrearam como protagonistas em horários mais nobres.

Para além da repercussão e da audiência, que já não eram satisfatórias nos últimos anos, as mudanças na maneira com que a Globo se relaciona com seu elenco também serviram como pá de cal para Malhação. A empresa mantém um vínculo fixo apenas com artistas que considera indispensáveis ou profícuos, dando preferência a contratos por obra.

Com isso, ao fim de cada temporada, a rede dos Marinho liberava para o mercado dezenas de profissionais que não eram reaproveitados pelas faixas das seis, das sete e das nove. A Record, por exemplo, passou o rodo na turma jovem da rival para fechar o elenco faraônico de Gênesis (2021).

Pablo Morais, Pâmela Tomé e Juliano Laham são apenas alguns dos intérpretes que passaram pela trama adolescente e que foram alçados posteriormente a papéis de destaque no folhetim de Camilo Pellegrini, Stephanie Ribeiro e Raphaela Castro.

Bom, bonito e barato

Com a estratégia, a Record trazia para elenco atores que eram muito mais baratos do que os "medalhões" da concorrente e, ainda assim, não chegavam crus aos seus estúdios. A medida também representava uma economia de recursos, uma vez que a emissora não bancaria do próprio bolso os primeiros passos dos intérpretes.

A dinâmica é recente para a rede de Edir Macedo, que já contou com produções que serviam como oficinas de atores. Andréia Horta, por exemplo, ganhou projeção em Alta Estação (2006); Romulo Estrela teve um dos seus primeiros papéis fixos em Essas Mulheres (2005); e Chay Suede e Arthur Aguiar foram protagonistas de Rebelde (2011).

Os profissionais formados ali, porém, acabariam deixando as oportunidades na casa para se firmar na Globo, que acabaria agregando outros talentos como Letícia Colin --que já tinha passado por Malhação em 2002, mas ganhou destaque durante sua passagem pela Record entre 2007 e 2011 até voltar para a Globo na infame Além do Horizonte (2013).


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