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Polêmica

Defensora de Bolsonaro, Regina Duarte diz que corte de verbas na cultura é necessário

Reprodução/TV Globo

Regina Duarte conversa com Pedro Bial sobre política e sorri ao lembrar sua trajetória nas novelas da Globo

Sem rodeios, Regina Duarte tem falado sobre seu posicionamento político na TV e nas redes sociais

ANA CORA LIMA

Publicado em 3/9/2019 - 16h09

Sem medo de patrulhamento da classe artística, Regina Duarte voltou a defender o presidente Jair Bolsonaro e a política de corte de verbas do governo federal para a cultura. A atriz falou ao Notícias da TV que acha necessário o "aperto de cinto" nas contas públicas e afirmou que o responsável pela crise financeira é o empobrecimento do país provocado pelas administrações anteriores nos últimos anos.

"O momento agora é de sanar o problema, controlar os gastos. Quem não entender está sendo muito egoísta nas suas ambições. Eu acredito e confio no nosso presidente e tenho certeza de que daqui a pouco o Brasil vai se equilibrar, e as coisas vão melhorar", apostou a estrela de 72 anos.

A atriz falou com a reportagem na segunda-feira (2), quando acompanhou a ex-nora Regiane Alves à estreia do filme Divaldo - O Mensageiro da Paz no Rio de Janeiro. Ela revelou que teve um único encontro com Jair Bolsonaro, na época da campanha presidencial do ano passado. Depois, nunca mais o viu.

"Prefiro ficar, mesmo de longe, torcendo por ele. A distância me deixa mais livre para observar, comentar e atuar da maneira que eu posso e quero. Nessa altura da minha vida, o que eu não me permito mais é ser obrigada a nada nem temer a opinião alheia. Estou mais segura e corajosa."

Em 28 de maio, Regina esteve no programa Conversa com Bial e foi sabatinada pelo o apresentador sobre seu envolvimento político. Disse que gostou da entrevista e rechaçou um possível patrulhamento da classe artística contra ela.

"Não me sinto patrulhada. Tem um detalhe aqui, um ou outro comentário rancoroso ali, uma indireta lá, mas eu não compro essa polarização. O que estamos vendo é a dor de uma grande parcela da classe artística. É doloroso perder, mas a gente tem que aprender e saber que o Brasil [está] acima de tudo", explicou.

Contrato em vigor

Ainda com contrato na Globo, ela confirmou que está à espera de um convite para voltar às novelas. "O meu último trabalho na casa foi Tempo de Amar [2017], que acabou em março do ano passado. Estou à disposição e aguardando uma personagem. Ainda tenho muito a trabalhar."

Ela também falou sobre a novela Por Amor, que foi ao ar pela primeira vez há 22 anos e que está batendo recordes em sua reprise atual no Vale a Pena Ver de Novo.

"A novela como um todo é muito boa. Ela tem conteúdo de qualidade e também de valores. O público está carente de uma história que não seja baseado em vingança ou maldade ou orgulho ou mágoa", opinou.

Ela ressaltou que a trama de Manoel Carlos tinha também todos os clichês esperados nas novelas. Em contrapartida, a história apresentava sentimentos como bondade, generosidade e solidariedade nas relações entre vizinhos e colegas de trabalho. "Faz um bem danado ver isso em uma novela. São essas coisas que faltam nas novelas de hoje", afirmou. 

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