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GYSELLE SOARES

Pedro Bial presenteia vice-campeã do BBB8 com texto para livro de memórias

REPRODUÇÃO/TV GLOBO E REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Montagem de fotos de Pedro Bial e Gyselle Soares

Pedro Bial e Gyselle Soares: ex-apresentador do Big Brother Brasil escreveu orelha para o livro da atriz

ELBA KRISS

elba@noticiasdatv.com

Publicado em 9/5/2021 - 7h00

Pedro Bial deu um presente e tanto para Gyselle Soares, vice-campeã do Big Brother Brasil 8. A participante do reality lança em junho o livro Bonjour! Como Fazer Uma Carreira de Sucesso Fora do Brasil, com relatos de seus 15 anos profissionais na França. O título ganhou orelha assinada pelo apresentador da Globo, que a chamou carinhosamente de "a pequena" em seu texto. Quando comandava o programa, o jornalista a batizou de Cajuína, bebida típica do Piauí, terra natal da artista de 37 anos.

Em 2008, a então jovem estudante de Teresina era forte candidata ao prêmio de R$ 1 milhão. Assim como Juliette Freire em 2021, ela foi aclamada pelo público nordestino e conquistou o Brasil, chegando à final após seis paredões. O vencedor da edição foi Rafinha Ribeiro após uma disputa acirrada e empate técnico. Foi preciso prolongar a votação durante um minuto para a decisão. Ele computou 50,16% dos votos. Ela se consagrou vice-campeã com 49,85% e levou R$ 100 mil para casa.

Esse desfecho emocionante do BBB8 foi lembrado pelo veterano de 63 anos em seus escritos para o livro da Cajuína. O ex-apresentador do reality ressaltou a personalidade e beleza da finalista.

"Hoje me parece que Gyselle não tinha nem o espírito competitivo, nem o exibicionismo explícito, predominantes no Big Brother. A pequena foi se recolhendo, se fechando, na reta final do programa já padecia de evidente depressão, o que confirmou do lado de fora. Não venceu o programa por décimos de votos. Era um tempo em que mulher bonita ainda não ganhava BBB", escreveu o jornalista. O trecho foi compartilhado com exclusividade pela escritora com o Notícias da TV.

Gyselle e Pedro Bial: livro com orelha assinada pelo jornalista (Foto: Reprodução/Instagram)

A agora autora se mostrou tocada com o texto "grande" que recebeu do jornalista em sua homenagem. "O que mais me emocionou foi que ele percebeu que não sou uma pessoa que quer mídia. Sou uma pessoa que procura conteúdo, entender a cultura e conhecer as pessoas de uma forma mais concreta e não fútil. Acho que ele viu isso em mim porque mostrei que fui trabalhar, pois queria fazer algo verdadeiro como atriz e apresentadora", considera.

"Para mim, foi gratificante ele ter assinado [a orelha]. A minha vontade não era ficar toda hora na praia mostrando meu corpo. Minha vontade não era essa, apesar de isso vender muito. E concretizar isso com o carimbo do Pedro Bial é maravilhoso", agradece. "Para mim, ele é conteúdo. Gosto do trabalho dele, da maneira como ele conduz a profissão dele. Gosto da personalidade e da pessoa humana que ele é", completa.

Com a obra às vésperas da pré-venda --o título é da editora Quimera, com distribuição da editora Sobral--, Gyselle hoje se diverte ao relembrar como conseguiu tomar coragem para fazer esse pedido para o comunicador. A grande incentivadora foi sua mãe, Josélia Soares, de 55 anos.

"A gente tem um carinho muito grande pelo Pedro Bial, ele faz parte da minha história artística. Minha mãe falou: 'Filha, seria tão legal se ele pudesse assinar a orelha'. Falei: 'Será?' (risos). Tomei um gole de cerveja porque estava com vergonha e falei: 'É agora ou nunca'''. Escrevi [no WhatsApp]: 'Olha, Bial, desculpa te mandar essa mensagem. Mas é que somos muito fãs e minha mãe disse que o 'não' eu já tenho' (risos)", relembra, entre gargalhadas.

"Foi assim que tive coragem. Porque, realmente, dá vergonha de fazer um pedido desses", admite. A resposta veio três dias depois e no susto. Ela teve o celular roubado e só viu o 'sim' do jornalista quando adquiriu um novo aparelho. "Ainda bem que recuperei a mensagem", comemora.

Em maio do ano passado, Gyselle revelou que já teve algo mais com o comunicador. Em uma transmissão ao vivo, a ex-BBB entregou que durante um reencontro com Bial, em 2012, os dois deram um "selinho", mas "sem segundas intenções".

Como fazer sucesso fora do Brasil?

Se hoje Gyselle pode escrever um livro com suas memórias profissionais, é porque trouxe na bagagem muitas histórias para contar. Assim que saiu do BBB8, ela pôde ser vista em A Turma do Didi (1998-2010), na Globo. Já na Europa, atuou como atriz e apresentadora em grandes produções de televisão, como o seriado Camping Paradis, do canal TF1, em 2010, e o programa Bikini Bresilien, no canal TF6, no mesmo ano.

Em 2012, estreou no cinema francês no longa Depressão Entre Amigos, do cineasta Arnaud Lemort. Ela também fez teatro em seu currículo extenso no exterior. No fim de 2019, voltou para o Brasil para passar as festas com a família no Piauí e ficou por causa da pandemia.

Gyselle Soares estreia como escritora com livro sobre carreira na França (Foto: Divulgação)

Por aqui, surgiu a oportunidade de ser contratada pela TV Antena 10, afiliada da Record no Piauí. Atualmente, ela é âncora do A Hora da Venenosa, dentro do Balanço Geral Manhã. Tudo isso está em seu livro, escrito entre os anos de 2017 e 2018 e finalizado no Brasil.

"O livro não é um método [de como fazer sucesso]. É a minha história de vida, de como a Gyselle saiu do Piauí servindo cafezinho e hoje trabalha como atriz e apresentadora. Não foi fácil. Comecei como empregada doméstica [na Europa] e caí em muitas armadilhas. É um perigo o brasileiro ir para o exterior e achar que todo mundo é amigo da gente. Temos essa mania", comenta.

"O mais importante é aprender a língua, se adaptar e não ser um brasileiro em um país que não é seu. Eu me interessei pela cultura francesa e me adaptei. Claro, temos que guardar nossa essência. Mas se você tem um pouco de talento, se está na hora certa e no lugar certo, tudo flui. Com esse livro, quero dizer para as pessoas que tudo é força de vontade e enfrentar desafios. Estar em um país que não é o seu é uma guerra", desabafa.

Além da obra literária, o próximo projeto da escritora é filmar o longa Amulete, escrito por Reinaldo Guedes. Além de atuar, ela estreia como produtora-executiva. No enredo, a atriz vive uma quebradeira de coco babaçu, que tem o dedo cortado por uma faca. "Estou indo atrás de recursos", adianta.

E, assim como fez com Bial, ela mesma foi atrás do astro de seu projeto. "Convidei o Alexandre Borges para ser um dos atores", entrega. Nas próximas semanas, ela se reunirá com ele para acertar os detalhes. Diante da boa fase, Gyselle só tem gratidão pelas conquistas. "Todo dia tenho portas fechadas. Mas não desisto", finaliza.


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