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CONTINUAM MILIONÁRIAS

Dez anos depois, por onde andam as participantes do reality Mulheres Ricas?

REPRODUÇÃO/BAND

Narcisa Tamborindeguy e Val Marchiori num helicóptero, ambas com expressão de medo e susto, em cena do reality Mulheres Ricas

Narcisa Tamborindeguy e Val Marchiori na cena do "badalo", um dos momentos marcantes de Mulheres Ricas

FERNANDA LOPES

fernanda@noticiasdatv.com

Publicado em 2/1/2022 - 6h40

Em 2 de janeiro de 2012, a Band estreou um reality show que seguiu vivo na memória dos brasileiros em forma de memes: Mulheres Ricas. Com a premissa de mostrar os absurdos e as fofocas das vidas de cinco mulheres da elite brasileira, o programa teve grande repercussão. As participantes da atração continuam não só ricas como também dando o que falar nas redes sociais. 

Val Marchiori foi quem mais se destacou no reality show. Na época, ela estava começando a se tornar mais conhecida, após ter trabalhado no Programa Amaury Jr., na RedeTV!. A popularidade da loira cresceu muito com o programa, que mostrou a socialite ostentando roupas, sapatos e festas e fazendo comentários ácidos sobre suas colegas ricas. 

"Fiquei um pouco duvidosa de como seria esse programa, mas achei que tinha tudo a ver comigo, seria a minha cara, seria divertido. Fui com muita gana de fazer, me diverti, foi ótimo. Não me arrependo. Adoro os memes, até hoje eu viajo e as pessoas me falam 'hello' [o bordão dela]. Acho muito bacana", afirma Val.

Um dos memes do programa foi o "ai, que badalo", expressão de Narcisa Tamborindeguy para descrever o momento em que um helicóptero é desligado em pleno voo e tem uma queda livre de alguns segundos antes de ser religado. Val estava com a carioca num momento de badalo e não guarda boas lembranças. 

"O momento mais marcante pra mim realmente foi o badalo. Porque eu passei muito medo, muito medo mesmo. Quando a gente desceu do helicóptero, eu a peguei pelos cabelos. Realmente perdi as estribeiras, eu sou mãe, tenho dois filhos, me senti realmente em perigo. Tenho avião, sei o perigo que é desligar um helicóptero em queda livre e ele não ligar novamente. Então foi o pior momento pra mim", confessa. 

A socialite diz que se dá bem até hoje com todas as integrantes da primeira temporada do programa --inclusive Narcisa, a quem não considera amiga mas diz que aprendeu a gostar do jeito dela. "Da segunda temporada nem lembro quem são, não foram tão relevantes", alfineta. Nos últimos anos, ela também se envolveu em polêmicas ao criticar outras famosas, como Ludmilla (por quem foi processada por racismo) e Juliette Freire.

Hoje Val é empresária, tem empreendimentos imobiliários, quer se tornar bilionária em dois anos e ter o próprio programa de TV (além de estar numa terceira temporada de Mulheres Ricas). Ela considera que a experiência do Mulheres Ricas foi muito proveitosa em sua vida. 

"O programa tem tudo a ver comigo, é meu dia a dia. Acaba sendo inspiracional para muita gente também. Eu vim de lá de baixo, cheguei até a passar fome, e hoje trabalho muito mas sei muito bem curtir a vida, gosto das coisas boas, não tenho vergonha disso. Então eu faria de novo, não me arrependo", diz. 

Veja como estão hoje as outras quatro protagonistas do Mulheres Ricas:

divulgação/band e reprodução/instagram

Narcisa causou no Mulheres Ricas

Narcisa Tamborindeguy

Narcisa não saiu da mídia nos últimos dez anos. A criadora dos bordões "ai, que loucura" e "ai, que badalo" frequentemente vira meme nas redes sociais por algum vídeo, comentário ou situação curiosa em que se encontra.

Nos últimos meses, virou piada ao falar que Maitê Proença havia travado numa live e por ter sido acertada na cabeça por um palhaço durante uma festa infantil. Ela consegue capitalizar e aumentar ainda mais sua fortuna por isso: ser meme nas redes sociais rende contratos publicitários a Narcisa

reprodução/youtube e instagram

Brunete segue trabalhando como arquiteta

Brunete Fraccaroli

A arquiteta continua trabalhando na área e publicando em suas redes sociais fotos dos projetos que faz. Ela tem 1 milhão de seguidores no Instagram, onde ostenta suas riquezas e compartilha fotos de jantares caríssimos, viagens e de suas cachorras de estimação. 

divulgação/band e reprodução/instagram

Debora mantém o orgulho de ser caminhoneira

Debora Rodrigues

A piloto era considerada a mais "humilde" entre as mulheres ricas, e até hoje procura manter essa imagem. Nas redes sociais, Debora é discreta. Se autointitula "caminhoneira sim, com orgulho" e dona de casa. Segue competindo como piloto de Copa Truck e não ostenta nada além de carros e caminhões. 

divulgação/band e reprodução/instagram

Lydia é amiga e defensora de Sergio Moro

Lydia Sayeg

A joalheira segue como CEO da joalheria de sua família e criou também uma nova marca de joias. Muito preocupada com questões como assalto e sequestro na época das gravações de Mulheres Ricas, ela teve sua casa roubada por uma quadrilha em 2013. Hoje, se diz "defensora de causas policiais". 

Lydia Sayeg é amiga pessoal de Sergio Moro e da mulher dele, Rosângela. Ela também escreveu um livro, O Preconceito ao Rico, e afirmou que sofreu preconceito na época do reality da Band por ser, é claro, rica. 

"Eram comentários em cabeleireiro, 'nossa, por que ela foi fazer o programa?'. Ou quando entrava em algum lugar falavam: 'Está aqui só porque é riquinha', 'ai, a riquinha hoje está cansadinha'. Sabe essas coisas? Era como se meu dinheiro tivesse sido roubado do Brasil, da Petrobras. E não era. É dinheiro suado. Silvio Santos é um espetáculo. A maioria dos grandes empresários chegaram sem nada e se fizeram", falou, em entrevista ao UOL. 


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