BONECO ASSASSINO

Caio Castro revela trauma de infância com bonecos Chucky e Fofão: 'Tinha pânico'

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Fofão, personagem de programas da Globo e o boneco assassino Chucky, que davam medo em Caio Castro - DIVULGAÇÃO

Fofão, personagem de programas da Globo e o boneco assassino Chucky, que davam medo em Caio Castro

REDAÇÃO - Publicado em 30/05/2019, às 17h02

No ar como o boxeador Rock de A Dona do Pedaço, o ator Caio Castro contou que morria de medo dos bonecos Chucky e Fofão quando era criança. A revelação foi feita nos bastidores da gravação do programa Tamanho Família que irá ao ar no domingo (2), na Globo. "Até os 10 anos era pânico, não era nem medo", disse sobre o personagem do filme Brinquedo Assassino (1988).

Castro, hoje com 30 anos, só foi assistir a um filme de terror quando entrou na adolescência, aos 12. Antes, não podia uma foto Chucky. "Todo mundo sabia do meu medo. Se alguém chegava e falava 'Olha o Chucky!' eu já choramingava", lembra Castro em um vídeo publicado no Gshow.

O ator conta que só conseguiu ver os longas-metragens estrelados por Chucky, um que boneco que incorporava um espírito assassino, depois de superar o medo e encarar A Noiva de Chucky, lançado nos cinemas em 1998. O pavor de Chucky foi transferido para outro brinquedo, que ele também evitava.

"Fazia todo sentido ter medo, [Chucky] era um brinquedo assassino e parecia o Fofão que eu tinha. Eu olhava pro bicho e pensava que ele era um brinquedo assassino [também]", disse.

Fofão foi um personagem criado e interpretado por Orival Pessini (1944-2016). Inspirado num alienígena, o personagem estreou em 1983 no programa infantil Balão Mágico, da Globo. Já trazia algumas características que surgiriam mais tarde em Chucky, como o cabelo ruivo e as roupas listradas. Além de ser associado ao boneco da franquia hollywoodiana, havia quem dizia que Fofão tinha feito pacto com o Diabo.

Reprodução/globoplay

Caio Castro em vídeo dos bastidores do Tamanho Família em que revelou ter medo de boneco 

Esportes radicais

Apesar de ter sido uma criança medrosa, Caio Castro cresceu apaixonado por esportes radicais. "Também fui um menino muito agitado, sempre gostei de me aventurar. Até os meus 15 anos, eu tinha quebrado praticamente todos os meus membros", brincou o ator.

Hoje, ele também é paraquedista e recorda o momento mais inesquecível no passatempo radical. "Um dos momentos que eu mais senti adrenalina foi no meu primeiro salto de paraquedas. Dependia única e exclusivamente de mim", finalizou ele, que também é piloto de kart.

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