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Shark Tank Brasil

Participantes de reality pedem R$ 1 milhão por empresa de drinques em tubo

Fotos: Divulgação/Sony

Os empreendedores Carlos Gaspar e Mariana Aidar no episódio desta quinta (6) de Shark Tank - Fotos: Divulgação/Sony

Os empreendedores Carlos Gaspar e Mariana Aidar no episódio desta quinta (6) de Shark Tank

REDAÇÃO

Publicado em 6/7/2017 - 5h27

Contra bebidas derramadas e copos quebrados, participantes do reality show Shark Tank Brasil propõem um produto inusitado: drinques em tubos flexíveis e descartáveis. No episódio desta quinta-feira (6) do programa do Canal Sony, os empresários Carlos Gaspar e Mariana Aidar oferecem participação no negócio etílico em troca de R$ 1 milhão.

A ideia da empresa de Gaspar e Mariana foi comprada de um inventor da  Áustria. Há dois anos, eles embalam bebidas alcóolicas em tubos parecidos com os de pasta de dente. Por enquanto, as caipirinhas e mojitos em tubo só são vendidos em festas, eventos e shows.

"É uma bebida pronta para consumo. Você põe na geladeira, ou num balde de gelo, abre o tubo e bebe lá mesmo. É uma bebida que te dá total liberdade de movimento e segurança", promete Gaspar.

A fábrica de drinques tem capacidade de produzir um milhão de tubos por mês, em seis sabores. Para aumentar as vendas do produto e torná-lo mais popular no mercado, os empreendedores pedem um valor que é raro no Shark Tank Brasil: R$ 1 milhão em troca de 15% de participação na empresa.

Curiosos com o produto, os "tubarões", como são chamados os investidores do programa, experimentam as bebidas, mas nem todos têm reações positivas. "Eu sinto uma falta incrível do gelo. Acho que é o costume. Isso aqui precisa quebrar o hábito", diz a empresária Cristiana Arcangeli.

Se conseguirem um sócio no Shark Tank, Gaspar e Mariana pretendem ampliar o marketing das bebidas em tubo. Esse também é o objetivo de Alex Angelini, empreendedor que leva sua empresa aos "tubarões" no mesmo episódio.

Alex Angelini e seu boneco Melvis em apresentação aos tubarões do Shark Tank Brasil

Quem apresenta a ideia, na verdade, é o fantoche Melvis. Angelini é ventríloquo e desenvolve conteúdo infantil que abrange músicas, canal no YouTube e até uma série de TV. Ele pede R$ 195 mil por 30% da empresa.

"Tenho quatro filhos, eles vêm de comunidades muito pobres, todos são adotados. O meu menor tinha muita dificuldade de aprendizado. E com ensino de música ele se desenvolveu de maneira absolutamente espetacular. O nosso compromisso, além de ser um negócio grande, lucrativo, é de que a gente possa levar esse conteúdo gratuitamente a crianças que não possam pagar", afirma.

Também passam pelo episódio um empresário que criou um travesseiro portátil com design diferente, para poder dormir em qualquer lugar, e uma dupla de empreendedores que querem impulso para uma empresa que presta serviços tecnológicos de realidade aumentada.

Formato de sucesso em mais de 30 países, Shark Tank está em sua segunda temporada no Brasil. A cada episódio, o programa recebe novos participantes em busca de investimento para suas empreitadas comerciais. O reality show vai ao ar no Canal Sony todas as quintas-feiras, às 20h.

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