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CINCO ANOS DEPOIS

Philips faz as pazes com Google e volta a lançar TVs com sistema Android

FOTOS: REPRODUÇÃO

Homem navegando pelo menu do sistema Android TV em um televisor Philips

TV Philips com sistema Android e recurso Ambilight: mais apps e efeito de luz na parede

EDUARDO BONJOCH

edubonjoch@gmail.com

Publicado em 21/10/2021 - 19h57

Depois de cinco anos, a Philips, que pertence ao grupo chinês TPV, volta a lançar televisores inteligentes com o sistema Android TV. Com telas 4K de 50 a 70 polegadas e preços que variam de R$ 3,7 mil a R$ 6,5 mil, os primeiros modelos da linha 7406 chegam às lojas em novembro. A plataforma do Google, que também está presente em TVs da TCL e da Philco, substitui a Saphi, exclusiva da fabricante e que permanecerá apenas nas TVs de até 43 polegadas.

A mudança beneficia o consumidor, principalmente na oferta de aplicativos de streaming, que era limitada na plataforma do fabricante. "Quem vende mais TVs tem prioridade no desenvolvimento dos aplicativos", afirma Bruno Morari, diretor de marketing e produtos da TPV. "Assim, a velocidade para que cheguem às nossas TVs sempre é mais lenta e, por isso, voltamos a apostar no sistema Android TV."

Segundo ele, o rompimento com o Google em meados de 2016 foi causado por falhas no sistema operacional, que ainda engatinhava na época. "A plataforma ainda não estava redonda", diz Morari. "Faltavam vários ajustes para melhorar a experiência, e ficou claro que ainda não era o momento de investir no sistema."

O retorno da plataforma Android TV nos modelos da Philips coincide com a chegada das primeiras telas da TCL com Google TV. Mais avançado, ele permite buscar conteúdos em vários serviços de streamings, apresentando os títulos em um único menu, independentemente de quem os oferece. Para Morari, é tudo uma questão de marketing. "Vamos oferecer a atualização para Google TV em algum momento, mas ainda não dá para falar em datas e modelos."

Com recursos semelhantes aos das TVs que chegam este ano, a linha 7906 traz como diferencial a função Ambilight. Exclusiva da Philips, baseia-se na projeção de luzes de LED com as cores que predominam em cada cena, aumentando a imersão do telespectador ao conteúdo exibido. Segundo o fabricante, o consumidor deve encontrar estas TVs em tamanhos de 55 a 75 polegadas a partir de janeiro de 2022. O preço inicial é de R$ 4,5 mil.

As novas TVs trazem recursos para games   

As novas linhas oferecem conexão Bluetooth 5.0, que é mais rápida e estável, e comandos de voz via Google Assistente, outro benefício das Android TVs. As tecnologias Dolby Vision/HDR10+, que deixa as cores mais vivas e brilhantes, e Dolby Atmos, que proporciona melhor imersão sonora, também estão presentes.

Outro destaque é o pacote de funções para games, que segue o padrão de outras marcas, com destaque para as portas HDMI 2.1, capazes de transmitir dados dos consoles PlayStation 5 e Xbox Series X também em 4K. As TVs ainda oferecem taxa de atualização variável (VRR) e frequência de 120 Hz com modo automático de baixa latência (ALLM) para controlar as instabilidades e deixar os jogos mais fluidos.

TVs miniLED a caminho

OLED ou miniLED? Para Morari, o mercado ainda está confuso sobre qual tecnologia irá prevalecer no mercado de TVs. "Sinto uma tendência para os televisores com painel miniLED, que ganham no brilho", diz ele. "Na dúvida, a Philips pretende importar alguns poucos televisores OLED e se prepara para ter uma produção local de TVs miniLED de 65 e 75 polegadas no segundo semestre de 2022."

Do ponto de vista da indústria, Morari afirma que "investir em OLED é perder dinheiro". Após a saída da Sony do mercado de TVs, a LG é hoje o único fabricante que aposta nesta tecnologia. "O preço das telas OLED baixou tanto no Brasil para competir com as TVs QLED que não vale a pena entrar nesta briga, principalmente neste momento de crise."

As TVs OLED, que adotam a tecnologia de pixels orgânicos, são diferentes das outras porque não precisam de iluminação interna (backlight) para gerar as imagens na tela. Isso acontece porque cada ponto consegue emitir a própria luz. É um processo eficiente e pontual, capaz de apresentar brilho preciso ou a escuridão total de uma cena noturna com ótima fidelidade.

Hoje, os principais rivais das TVs OLED são os televisores com painel miniLED, que saem na frente no brilho, mas ainda perdem no contraste. Nestes modelos, cada LED convencional é substituído por dezenas de miniLEDs de maior potência espalhados por toda a extensão da tela, capazes de iluminar os pontos que formam a imagem de maneira mais precisa e uniforme, superando a qualidade das TVs de LED lançadas nos anos anteriores.

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