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Estreia na Globo

Tiroteios, perseguições e bom humor: Três razões para ver Máquina Mortífera

Imagens: Divulgação/Fox

Clayne Crawford (à esq) com Damon Wayans em imagem promocional de Máquina Mortífera - Imagens: Divulgação/Fox

Clayne Crawford (à esq) com Damon Wayans em imagem promocional de Máquina Mortífera

JOÃO DA PAZ

Publicado em 22/9/2017 - 5h51

A Globo exibe a partir desta sexta-feira (22) a primeira temporada de Máquina Mortífera. Com tiroteios alucinantes, perseguições de tirar o fôlego e uma trama simples, sem teorias mirabolantes como as de Game of Thrones, a série tem tudo para repetir na TV aberta o sucesso conquistado na TV paga.

Popular entre o público de séries, Máquina Mortífera terminou 2016 com a quinta maior audiência na TV por assinatura brasileira, de acordo com levantamento exclusivo do Notícias da TV.

Exibida na Warner, a primeira temporada teve média de 121 mil telespectadores por episódio entre o público adulto (de 18 a 49 anos), com o alcance (sintonia por durante pelo menos um minuto) chegando a 300 mil pessoas. A série também é uma das mais acessadas no principal site fornecedor de legendas em português.

Confira três motivos para ver (ou rever) a primeira temporada de Máquina Mortífera na Globo:

Tiroteios alucinantes
A dupla de protagonistas, os detetives Roger Murtaugh (Damon Wayans, ex-Eu, a Patroa e as Crianças) e Martin Riggs (Clayne Crawford, ex-Rectify), acaba sempre envolvida em tiroteios, em um galpão ou no meio da rua. O telespectador fica na expectativa de ver se eles vão escapar ou não das intensas trocas de tiros.

Logo no primeiro episódio, Riggs (Crawford) encara perseguição dentro de pista de corrida

Perseguição alucinante
Logo no primeiro episódio, uma perseguição invade uma corrida de carros com imagens dignas da franquia Velozes e Furiosos. Para não deixar os bandidos escaparem, Riggs chega a subir no teto de um veículo e tenta acabar com confusão. As cenas cinematográficas são um dos trunfos da série, que a cada episódio surpreende com ações inusitadas, como as de um bandido em fuga dirigindo um caminhão de gás em meio a um trânsito intenso.

Fácil de entender
Quem assiste a Máquina Mortífera sabe: nem Murtaugh nem Riggs vão morrer. A série não é Game of Thrones para matar seus protagonistas de surpresa. Nem sequer há brecha para teorias mirabolantes. A trama é simples, fácil de entender, e o didatismo só ajuda o fã a ter uma experiência televisiva refrescante, em boas histórias permeadas com um humor afiado.

Nos Estados Unidos, Máquina Mortífera entra na segunda temporada no próximo dia 26. No elenco, também estão Jordana Brewster (como Maureen Cahill, a psicóloga que trata os problemas de Riggs), Keesha Sharp (Trish, a mulher de Murtaugh) e Kevin Rahm (na pele do capitão Brooks Avery, o chefe dos detetives).

A Globo exibirá a série após o Globo Repórter (hoje, às 23h20).

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