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O Negócio

Série sobre prostitutas brasileiras ganha força internacional e estreia nos EUA

Divulgação/HBO

A atriz Aline Jones reforça o elenco da série O Negócio e interpreta a garota de programa Mia - Divulgação/HBO

A atriz Aline Jones reforça o elenco da série O Negócio e interpreta a garota de programa Mia

GABRIEL PERLINE

Publicado em 23/4/2016 - 7h15

O tema é universal, mas a sacada da HBO Brasil de profissionalizar e transformar a prostituição em uma atividade que carece de estratégias de marketing como qualquer outra permitiu à série O Negócio chegar à sua terceira temporada, no ar a partir deste domingo (24), às 21h, antes de Game of Thrones. É a primeira série nacional da HBO a entrar no terceiro ano. Além de conquistar a audiência brasileira e de países da América Latina, a trama será exibida ainda em 2016 nos Estados Unidos.

"A gente recebe uma resposta muito boa dos fãs de fora do Brasil", comenta Maria Angela de Jesus, produtora-executiva da série. "A alma da HBO é produzir bons conteúdos e satisfazer seus assinantes. Mais que fãs, queremos pessoas que gostem da série e que curtam o que produzimos. Não só no Brasil, temos uma resposta de fora muito grande. E isso é um reflexo para a série estar indo para a terceira temporada."

A série acompanha três belas garotas que decidem traçar uma estratégia de marketing mirabolante em cima da mais antiga das profissões. O resultado é a inflação do valor do programa, que chega a R$ 15 mil, com uma extensa lista de contratantes.

"A força do tema, o processo de realização, o elenco e a boa história, quando bem contada, ajuda a transformar a série em um produto universal e nos permite criar novas temporadas", comenta Maria Angela, que sinaliza a produção da quarta temporada de O Negócio.

Exibida em países da América Latina, como Argentina, Chile, México, Venezuela e Uruguai, onde a terceira temporada acompanha a data de estreia do Brasil, a série entrará na programação da HBO americana a partir do segundo semestre. A força da internet e das redes sociais ajudou a trama a entrar no mercado de audiovisual mais concorrido do mundo.

"O BuzzFeed dos Estados Unidos fez uma matéria com 26 séries internacionais, não americanas, que todos deveriam assistir. Tinham produções ótimas da Inglaterra e da França. O Negócio estava entre elas e era a única brasileira da lista", conta Maria Angela.

Michelle Batista, Rafaela Mandelli e Juliana Schalch são as protagonista de O Negócio

Terceira temporada
Karin (Rafaela Mandelli), Luna (Juliana Schalch) e Magali (Michelle Batista) enriqueceram no final da segunda temporada. Com a abertura de capitais na Bolsa de Valores da Oceano Azul (empresa de artigos de luxo criada pelas prostitutas para mascarar o serviço), elas iniciam a nova leva de episódios como subsidiárias da Segall Carpeaux, uma incorporadora que passa a gerir os negócios das meninas.

Com o dinheiro entrando na conta sem precisar ir para a cama com os antigos clientes, elas dão um tempo na prostituição e passam a se dedicar a suas vidas amorosas. Bem, nem todas, já que a ambiciosa Karin permanece solteira e reassume seu nome de batismo, Joana Segal, para ocupar o cargo de diretora-executiva da incorporadora que adquiriu a Oceano Azul, e continua indo para a cama com alguns de seus fiéis e milionários parceiros.

Ao longo dos 13 episódios que virão, a Oceano Azul enfrentará problemas judiciais, Luna e Magali passarão por conflitos em seus namoros, e Karin deixará mais evidente as suas inseguranças e o desejo de encontrar um parceiro fixo.

"O sucesso de O Negócio serve para mostrar que temos capacidade de fazer séries de TV. Ainda estamos engatinhando aqui no Brasil, mas é um formato em que eu acredito muito. Para quem nos acompanha dá para ver o nível de evolução em todos os sentidos. Não sei se é pretensioso dizer isso, mas eu vejo um amadurecimento em questão de interpretação da nossa parte, estamos nos sentindo mais seguras nas personagens. Então, se a gente tem estrutura, a gente consegue fazer algo bom", explica Rafaela Mandeli.

Outro fator que deve intensificar o confito da história é a chegada de Mia (Aline Jones), assistente de Karin na Segall Carpeaux que insistirá em se tornar a quarta integrante da Oceano Azul.

"A Mia entra na história para mexer um pouco com a dinâmica do grupo. As meninas possuem um time perfeito e ela chega para questionar: 'E se fôssemos quatro?'. A Mia veio do mesmo planeta que a Karin, são duas mulheres muito inteligentes, e ela foi criada para ser uma menina prodígio, um gênio. Mas quando ela se encontra com a Oceano Azul, está num momento de total tédio e monotonia. E quando ela se depara com esta mulher, a Karin, ela percebe que há algo que mexe com ela, que a excita, e ela decide desembarcar nessa busca por novas experiências", explica Aline Jones.


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