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TRÊS MESES

Paramount+ recruta Troye Sivan para quebrar tabus sobre vivência com HIV

REPRODUÇÃO/PARAMOUNT+

Imagem de Troye Sivan como Caleb no filme Três Meses, do Paramount+

Troye Sivan como Caleb no filme Três Meses; longa ajuda a quebrar tabus sobre vivência com HIV

ERICK MATHEUS NERY

erick@noticiasdatv.com

Publicado em 18/4/2022 - 6h15

Um dos principais nomes da nova geração do pop internacional, Troye Sivan deixou o trabalho de cantor de lado durante algumas semanas para seu novo projeto como ator, o filme Três Meses. No longa, disponível no Paramount+, o artista ajuda a quebrar tabus sobre a vida das pessoas com HIV.

Três Meses apresenta a história de Caleb (Sivan), um adolescente judeu gay que tem uma relação sexual durante uma festa, porém o preservativo se rompe ao longo do ato. Uma semana após esse encontro, o então ficante alerta o jovem sobre o seu teste positivo para o vírus.

Após o choque inicial, Caleb procura um médico para realizar os testes de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) --em especial, o HIV. No entanto, como já se passaram 72 horas desde o ato sexual, não é mais possível aderir ao uso dos medicamentos da PEP (Profilaxia Pós-Exposição), protocolo utilizado após relações sexuais desprotegidas, casos de violência sexual e afins.

Assim, o adolescente precisará ser acompanhado pelos médicos durante os próximos três meses para descobrir se vive ou não com o vírus. Enquanto encara esse período assustador de incertezas e "sentenças de morte" dentro da sua cabeça, Caleb passa a frequentar um grupo de apoio para pessoas com HIV ou que estão nesta mesma situação de espera do resultado.

Lá, ele conhece Estha (Viveik Kalra), um jovem indiano que também aguarda os intermináveis três meses. Juntos, eles se apaixonam enquanto sofrem pelo medo de decepcionarem suas famílias e por, supostamente, ficarem à beira da morte caso o teste dê positivo.

Sem sensacionalismo, o longa aborda esse período conturbado da vida dos jovens e mostra o que principal receio deles nem é o resultado positivo, mas sim o preconceito que eles enfrentarão caso estejam com o vírus, um estigma que ainda existe, mesmo com a eficácia dos tratamentos atuais.

Ao longo de aproximadamente 1h40, Três Meses faz com que o espectador reflita sobre o tema sem julgamentos. Assim como as pessoas não escolhem ter câncer ou diabetes, elas também não escolhem viver com HIV. Com o tratamento adequado e o respeito do próximo, é possível ter uma vida normal, assim como a de qualquer pessoa sem o vírus.

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