Lady Sucesso

Tatá Werneck agradece a Deus por ter recusado convite para o Pânico

Isabella Pinheiro/Gshow

Tatá Werneck participou no sábado (8) de painel sobre a série Shippados na CCXP, em São Paulo - Isabella Pinheiro/Gshow

Tatá Werneck participou no sábado (8) de painel sobre a série Shippados na CCXP, em São Paulo

FERNANDA LOPES - Publicado em 09/12/2018, às 16h37

No ar no Multishow com o badalado talk show Lady Night e prestes a estrear como protagonista em uma série do Globoplay, Tatá Werneck relembrou o início de sua carreira na TV, em 2010, e revelou que quase se tornou integrante do Pânico, na época na RedeTV!. Hoje, ela agradece a Deus por não ter ido para o humorístico encerrado há um ano na Band.

Tatá fez a revelação durante um painel na CCXP em que a Globo promoveu a série Shippados, em que ela divide o centro das atenções com Eduardo Sterblich.

"Tatá me chamou pra fazer participação num festival de esquete, depois participei de uma peça de inproviso dela. Quase levei a Tatá pro Pânico, mas não deu certo", contou Sterblich. "Graças a Deus", comemorou a atriz, sem detalhar por que recusou a proposta.

Tatá estreou na televisão como comediante em 2010, na MTV. Ela fez sucesso tanto com humor de improviso quanto com personagens em esquetes que criava, como Fernandona e Juju Carente.

A atriz afirmou que o estilo de humor que desempenha hoje no Lady Night chega perto da transgressão que tinha na MTV. 

"Eu achava que falava pra muita gente na MTV, e na Globo eu vi que falava pra muito mais gente. Percebi que, com mais gente, eu precisava deixar de falar tudo o que eu falava. No Lady Night consegui resgatar muito do que eu era. Vou ser presa? Não, vou fazer um programa. Hoje eu posso estar da maneira que quiser. Cada trabalho permite que você vá até determinado lugar", explicou.

Enquanto a terceira temporada do Lady Night está no ar no Multishow, Tatá já prepara seu próximo trabalho. Ela está gravando para o Globoplay a série Shippados, de autoria de Fernanda Young e Alexandre Machado. 

A atriz interpreta Rita, uma jovem que se dá mal no amor, tem traumas em família e se apaixona Enzo (Sterblitch) após muitos encontros ruins por aplicativos de relacionamento. Tatá defendeu a série e sua personagem justamente por retratar pessoas desajustadas na vida. 

"É uma série de anti-heróis, de pessoas que mostram fracassos, solidões, medos, vontade de controlar tudo. Rita tem uma relação conturbada com a mãe, o pai dela sumiu, e isso vai moldando a personalidade dela. É uma mulher traumatizada, e isso é normal", afirmou.

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